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investimento

Construtechs somaram mais de R$ 700 milhões em investimentos desde janeiro de 2022

Entre janeiro de 2022 e novembro de 2023, os investimentos no setor de construtechs somou R$ 748 milhões, de acordo com um levantamento realizado pela Liga Ventures em parceria com o Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo). Nesse cenário, despontaram as verticais de […]

Publicado: 01/05/2026 às 04:18
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Construtechs
Construção civil — Foto: Reprodução

Entre janeiro de 2022 e novembro de 2023, os investimentos no setor de construtechs somou R$ 748 milhões, de acordo com um levantamento realizado pela Liga Ventures em parceria com o Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo). Nesse cenário, despontaram as verticais de construção modular e desenvolvimento imobiliário.  

Analisando a maturidade dessas empresas, o estudo revela uma cena equilibrada: 42% estáveis, 29% emergentes, 21% nascentes e 8% disruptivas. Quanto às tecnologias mais aplicadas, Marketplace, Dashboard, Data Analytics, API e Relatórios Automatizados lideram. Já referente ao público-alvo, o estudo mostra que 93% das startups têm como foco o mercado B2B. 

Leia mais: Construtech do Amapá, OrçaFascio inaugura sede no ABC Paulista 

A distribuição geográfica das construtechs ativas mostra São Paulo liderando com 41%, seguido por Minas Gerais (14%), Paraná (12%), Santa Catarina (11%), Rio Grande do Sul (6%), Rio de Janeiro (5%), Distrito Federal (3%), Goiás (2%), Pernambuco (2%) e Bahia (1%). 

Ao todo, foram mapeadas 251 startups que estão ativas e utilizam diferentes tecnologias. O estudo também revela que cerca de 26,4% dessas empresas foram criadas entre 2019 e 2022. As categorias de construtechs fundadas de 2020 a 2023 foram: cotação e compra de insumos (18%); construção modular (12%); realidade virtual e interatividade (9%); geração e controle de obra (6%) e inspeção e monitoramento (6%); 

Investimentos e aplicações tecnológicas 

Segundo Guilherme Massa, cofundador da Liga Ventures, “Além de impulsionar a eficiência e a inovação do segmento, trabalhar em parceria com essas startups oferece às empresas a oportunidade de incorporar tecnologias avançadas internamente, que otimizam os processos; promover a sustentabilidade, pauta que é cada vez mais relevante na nossa sociedade, e elevar os negócios a um novo patamar, ajudando a entregar soluções que atendam às reais necessidades da população”. 

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