Projeto foi direcionado pela necessidade de centralizar dados
Sem gastos
Baise declara que reduziu em 100% o custo total de propriedade dos
desktops (TCO, na sigla em inglês). ?Troquei o parque e agora só uso
thin clients. Não quebram e dão menos problemas. Desde fevereiro, não
recebi nenhuma chamada de suporte para os thin clients?, afirma Baise.
Para atender aos problemas de sistemas, o técnico não precisa mais se
deslocar até o desktop do usuário, faz tudo pela rede, segundo o
gerente. Este fato é relevante na CordCell, já que as máquinas estão
distribuídas em 30 unidades da empresa espalhadas no Estado de São
Paulo.
Para os usuários, Baise acredita que o projeto de virtualização
ofereceu ganhos em velocidade e espaço físico. ?O thin client ocupa
apenas o tamanho de uma caixinha que fica atrás do monitor de LCD?,
ilustra. O gerente também cita os benefícios da otimização dos
servidores e o melhor desempenho das estações de trabalho. ?Temos um
equipamento mais rápido. Ganhamos em uso de processamento, memória e
disco, capacidade que o usuário acabava não utilizando plenamente, em
última análise?, avalia.
Os custos de energia, um dos grandes apelos dos fornecedores das
soluções de virtualização em tempos de discurso de sustentabilidade,
também foram sentidos pela CordCell. Baise não revela números, mas diz
que as contas de energia elétrica diminuíram, além de exigir menor
resfriamento por ar-condicionado, ao usar um número menor de
servidores.
O projeto de virtualização também foi motivado pela necessidade de
economizar com o link de comunicação MPLS, contratado da Telefônica.
?Usamos telefonia VoIP entre as unidades da empresa, por meio da
solução AsterRisk, um software livre para PABX?, revela Baise. Na
ponta, solução Cisco, por meio de SIP (protocolo aberto). Com isso, a
telefonia da CordCell foi centralizada, permitindo seu gerenciamento e
bom uso.
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