A disputa pela atenção do consumidor no mercado de tecnologia ganhou um novo capítulo com o anúncio de que Cristiano Ronaldo se tornou investidor e embaixador global da Perplexity. A plataforma de busca baseada em inteligência artificial (IA) e sediada em São Francisco aposta na imagem do jogador português para furar a bolha técnica e […]
A disputa pela atenção do consumidor no mercado de tecnologia ganhou um novo capítulo com o anúncio de que Cristiano Ronaldo se tornou investidor e embaixador global da Perplexity. A plataforma de busca baseada em inteligência artificial (IA) e sediada em São Francisco aposta na imagem do jogador português para furar a bolha técnica e competir com a hegemonia do Google e da OpenAI. O movimento estratégico busca acelerar a adoção da ferramenta em regiões onde a marca “CR7” possui forte penetração, como a América Latina, o Oriente Médio e a Ásia.
O acordo vai além do patrocínio tradicional e reflete uma tentativa de transformar a busca generativa em uma utilidade diária para o grande público. Ronaldo justificou o aporte financeiro sob uma ótica de evolução contínua e afirmou em comunicado que a curiosidade é um requisito para a grandeza, pois as vitórias dependem de se fazer novas perguntas todos os dias.
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Para a Perplexity, conhecida por fornecer respostas diretas com citação de fontes, a parceria oferece um atalho para a visibilidade massiva e posiciona o buscador como uma alternativa viável aos hábitos de pesquisa já estabelecidos.
Como peça central da colaboração, a empresa lançou o “Cristiano Ronaldo hub”, uma central interativa onde fãs podem explorar estatísticas da carreira e fazer perguntas contextuais sobre partidas ou decisões táticas. Diferente de buscadores convencionais que listam links, a ferramenta utiliza IA para processar as dúvidas, como detalhes de gols específicos na Liga dos Campeões, e gerar respostas narrativas fundamentadas em arquivos históricos.
Aravind Srinivas, cofundador e CEO da Perplexity, destacou que a mentalidade do atleta se alinha à missão da empresa de “potencializar a curiosidade mundial” e sinalizou que o futuro da IA passa não apenas pela capacidade de processamento, mas pela sua integração na cultura popular.
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