ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
GPTW
Melhores Empresas para Trabalhar em TI 2019

Dextra reformula programas para reforçar cultura

Com a missão de ajudar seus clientes a promover a transformação digital nos negócios, a Dextra, vencedora do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar em TI 2019, promovido pelo Great Place to Work (GPTW) na categoria médias, acredita que para implementar processos de inovação e modelos ágeis, além de tecnologia, o aspecto cultural é determinante. Dentro […]

Publicado: 19/05/2026 às 03:32
Leitura
5 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Com a missão de ajudar seus clientes a promover a transformação digital nos negócios, a Dextra, vencedora do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar em TI 2019, promovido pelo Great Place to Work (GPTW) na categoria médias, acredita que para implementar processos de inovação e modelos ágeis, além de tecnologia, o aspecto cultural é determinante. Dentro de casa essa máxima também é levada a sério e a companhia não poupa esforços para garantir que todos estejam alinhados.

Diante do crescimento exponencial, a Dextra sentiu que era preciso reformular alguns projetos de RH, entre eles o chamado Onboarding, que envolve ações para o funcionário que está ingressando na companhia. “Queremos ter certeza que os novos colaboradores estão recebendo as informações necessárias sobre nossas práticas e cultura”, afirma Luiza Coelho, gerente de RH da empresa.

A solução encontrada foi desenvolver uma espécie de game, dividindo a jornada do funcionário em oito etapas. “Criamos algumas capacitações que são mandatórias, um E-book de boas práticas, um evento do Board com os novos colaboradores, um quiz, entre outras ações para que o processo de adaptação seja mais fácil e rápido.” A cada etapa, o profissional recebe uma peça para, ao fim dessa jornada, montar um quebra-cabeça. “Percebemos que esse modelo gera mais engajamento com o processo, que deve ser finalizado em três meses”, explica Luiza, destacando que a participação na palestra de Mentoring também é obrigatória.

Mentoria 2.0

Para fortalecer seu programa de mentoria diante do rápido crescimento, a Dextra decidiu reestruturá-lo, incluindo novos treinamentos. “Esse projeto está intimamente relacionado à cultura organizacional. Por meio dele fortalecemos a empresa para enfrentar os desafios em termos de qualidade, produtividade e competitividade”, acredita a gerente.

A participação no programa de mentoria não é obrigatória, mas recomendada, e hoje cerca de 75% dos funcionários fazem parte da iniciativa, que conta com 119 mentores. Cabe ao mentor, ajudar outros colaboradores a ganharem conhecimentos e habilidades, abrirem novos contatos e relacionamentos e orientar o desenvolvimento de suas carreiras, auxiliando, inclusive, na construção de planos de ações individuais (PDI).

Luiza explica que para ser mentor só é preciso estar um nível hierárquico acima do mentorado e participar de uma capacitação. “É uma oportunidade de gerir pessoas antes mesmo de assumir um cargo de liderança, desenvolver colaboradores individualmente e fazer com que o mentorado enxergue a relevância de seu papel no contexto organizacional”, detalha.

Em um mercado dinâmico como o de TI, essa possibilidade de troca impulsiona o processo de inovação e acelera o desenvolvimento dos profissionais. Os colaboradores reconhecem e o quesito oportunidade de crescimento e desenvolvimento foi um dos destaques no levantamento feito pela GPTW.

Não é para menos. Em 2018, 26,5% dos colaboradores da Dextra foram promovidos. Para realizar a avaliação deste crescimento de carreira, a empresa tem Comitês de Mérito em que, semestralmente, avalia-se o desempenho do colaborador em relação aos projetos que participou, trabalho em equipe, conhecimento técnico, comprometimento e empenho em relação à mentoria, entre outros. “Estes comitês são feitos em formato de meetings, com envolvimento de gestores, seniores, especialistas e mentores para trazer vários pontos de vistas e ajudar a chegar a um consenso sobre promoções e reconhecimentos”, revela Luiza.

Retenção de talentos e clima organizacional

Aliada a essa estrutura focada no desenvolvimento de talentos, estão as ações para retenção dos profissionais. “Temos uma estrutura de People Partner que realiza o acompanhamento dos times junto com os gestores quanto à motivação, aprendizado e desafios que o projeto pode agregar no plano de desenvolvimento dos colaboradores”. Além disso, há uma ferramenta na qual os funcionários podem sinalizar a intenção de mudança de projeto ou equipe para poder evoluir em outras tecnologias e novos desafios.

O clima também contribui para a satisfação dos profissionais e é constantemente avaliado pela área de People, com base em pesquisas de clima externas e internas. A empresa ainda aposta na realização de dinâmicas para ajudar as pessoas do time a expor seus incômodos e estimular a discussão dos mesmos em equipe.

Segundo a gerente de RH, o cuidado com o clima organizacional passa ainda pelo ambiente e o equilíbrio com a vida pessoal. Ela conta que o escritório tem muitas áreas verdes e espaços externos com espreguiçadeiras e redes, salas de descanso e de jogos. “Oferecemos horários flexíveis e home office, frutas e pães de café da manhã, aula de yoga, unha e massagem, além de muitos eventos para promover a socialização das pessoas na empresa”, descreve. “São ações para que os colaboradores consigam manter equilíbrio da vida fora do escritório, mas aproveitem bastante a vida dentro dele”, resume.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas