Americanos ficam com celulares pode 17,5 meses, e pagam em média US$ 93
Os contratos de longo prazo das operadoras (geralmente dois anos) estão fazendo os usuários americanos ficarem mais tempo com seus celulares, segundo uma pesquisa da J. D. Power and Associates.
O estudo descobriu que os clientes mantêm seus celulares por 17,5 meses, um aumento de 5% em relação aos 16,6 de novembro de 2006. É o primeiro aumento desde 2002, quando o período para troca de aparelho era de 18,4 meses.
Também foi constatado que os assinantes estão pagando menos por seus aparelhos – US$ 102 em 2002, contra US$ 93 em 2007.
Operadoras e fabricantes estão promovendo a queda de preço através dos descontos criados para promover as vendas, de acordo com a J. D. Power and Associates. Usuários com que ganharam telefones já chegam a 36% das adições, um crescimento de oito pontos percentuais na comparação com o estudo de 2002. Para a consultoria, o problema com esta estratégia é que a maioria dos aparelhos oferecidos é antiga, sem recursos ou desgin avançado.
Enquanto o tempo de uso se mantêm constante independente do fabricante, a satisfação dos consumidores com seus celulares sofre algumas variações, com a Motorola e a Sanyo na liderança. De acordo com o estudo, os aparelhos da Motorola ganham nos quesitos de design, facilidade de uso e recursos. A Sanyo obteve boa pontuação no uso e na duração da bateria.
Entre as funiconalidades mais utilizadas estão, o viva-voz (51%), câmera digital (35%), mensagens de texto (22 %), e jogos (16%).
O estudo foi realizado com 21 mil usuários de telefone celular nos Estados Unidos.