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Dossiê Android: avaliação de oito recursos | Pg. 3

A Open Handset Alliance trabalha em diversas tecnologias – GPS, multimídia, navegação móvel na web, jogos – que podem diferenciar o Android

Publicado: 22/04/2026 às 13:43
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Dossiê Android: avaliação de oito recursos | Pg. 3
Construção civil — Foto: Reprodução

4. Multimídia, com a plataforma OMAP, da Texas Instruments

A questão de como os GPhones ou celulares com Android irão implementar multimídia é fascinante, especialmente, como recursos de vídeo e áudio serão desenvolvidos na plataforma. Levando em conta a liderança do iPhone na área ?o produto da Apple é, essencialmente, um iPod com celular ?, é possível esperar que os parceiros no projeto se esforcem para eliminar todos os obstáculos.

É nesse aspecto que o envolvimento da Texas Instruments (TI) é tão intrigante, principalmente porque é difícil discernir exatamente qual chip será integrado. O link no site da Open Handset Alliance relacionado à TI conduz a uma página genérica apresentando recursos da indústria para telefones celulares.

A TI fabrica processadores básicos de rádio-freqüência para telefones celulares ? os chips que permitem a comunicação com provedores de serviços, como a T-Mobile e, desse modo, completam as chamadas dos usuários. Portanto, é possível que a TI seja incluída nessa lista como uma fornecedora desses chips. No entanto, a Open Handset Alliance também inclui a Marvell, fabricante de chips deste tipo.

Isso nos leva ao que talvez seja um pouco de exagero, mas também uma avaliação mais inteligente do valor agregado que a TI oferece ao projeto Android. Ou seja, a TI é a força por trás da OMAP, uma família de plataforma, arquitetura e processador de multimídia proprietários. A OMAP é, possivelmente, o melhor modo para transformar um telefone de última geração na plataforma de multimídia 3G definitiva.

A partir da perspectiva da TI ? o lado do vendedor ?, a OMAP estava à frente de seu tempo, e talvez tenha levado bem mais tempo do que se esperava para começar a ter sucesso. Ela foi lançada em meados de 1990, sob o pseudônimo “Open multimedia application platform”, ou ?plataforma aberta de aplicativos multimídia?. (Atualmente, é chamada simplesmente de OMAP.) Ela recebeu seu primeiro impulso em 1999, quando a Nokia assinou um acordo para adotar a arquitetura. Hoje em dia, a implementação do GPhone levaria a OMAP além dos sonhos mais ousados da TI.

Sendo assim, o que exatamente a OMAP oferece? A resposta simplificada é, basicamente, tudo o que um fabricante de aparelhos de telefonia precisa para preencher uma ampla variedade de modelos, desde smartphones até telefones celulares com somente um chip.

Por exemplo, mesmo um processador OMAP331 básico inclui em um dispositivo o ARM926, que atua como o cérebro do telefone celular. Mas o OMAP331 também tem um acelerador gráfico integrado e é compatível com memória multimídia. Para completar o conjunto de recursos, um amplificador de áudio, dispositivo Bluetooth e processador de GPS (que é onde o SiRF, mencionado anteriormente, entra em ação). O pacote total é bastante completo, mas o telefone teria a restrição do custo.

Jáo OMAPV1035, compõe um ?telefone de nível mundial? bem incrementado. O modelo 1035, compatível com GSM, GPRS e EDGE, é divulgado pela TI como sendo “o primeiro processador de aplicativos, rádio-frequência e com transmissão de banda digital, totalmente integrado”. Juntamente com os recursos de telefonia, ele possibilita a reprodução de áudio e vídeo, permitindo gravar e transmitir a 30 quadros por segundo.

Ele também tem uma câmera digital integrada, com até 3 M pixels e na qual o intervalo entre duas fotos é de menos de um segundo, e também tem jogos com imagens de qualidade, em 2D e 3D.

Um exame da OMAP leva à incontestável conclusão de que dispositivos com Android e o iPhone não são tão revolucionários como fomos levados a acreditar. A tecnologia avançada de smartphones já está totalmente disponível, o que falta é um meio apropriado de reuni-la em um pacote que possibilite sua melhor utilização possível. Do mesmo modo, o software necessário para fazer com que todas essas tecnologias funcionem de um modo refinado está muito atrasado, em comparação com os recursos de hardware.

Antes do lançamento do iPhone, as iniciativas de marketing dos smartphones também eram ruins, voltadas apenas para executivos corporativos e pioneiros de tecnologia. O que Steve Jobs provou é que tornar atrativos os recursos móveis de última geração poderia aumentar bastante a demanda por parte dos consumidores. Sendo assim, o Google e seus parceiros no projeto Android estão capitalizando esta visão que seu ?arqui-rival? ajudado a abrir.

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