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E-commerce no Brasil dá sinais de estagnação com crescimento de 2% em 2022

O e-commerce brasileiro cresceu 2% em 2022, segundo relatório produzido pela NielsenIQ Ebit. O crescimento, apesar de tímido, foi impulsionado pelos resultados do primeiro semestre, que observou alta de 6% em comparação ao ano anterior. Já os últimos seis meses, mesmo diante das datas comemorativas do varejo como a Black Friday, tiveram uma queda de […]

Publicado: 28/04/2026 às 19:00
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e-commerce, varejo
Construção civil — Foto: Reprodução

O e-commerce brasileiro cresceu 2% em 2022, segundo relatório produzido pela NielsenIQ Ebit. O crescimento, apesar de tímido, foi impulsionado pelos resultados do primeiro semestre, que observou alta de 6% em comparação ao ano anterior. Já os últimos seis meses, mesmo diante das datas comemorativas do varejo como a Black Friday, tiveram uma queda de 2% em comparação ao mesmo período de 2021.

O mês de janeiro de 2022 foi o que mais contribuiu com o volume de compras no varejo online, representando 87% do período avaliado. Na análise que avalia o crescimento de cada mês em comparação com o mesmo período no ano anterior, janeiro teve alta de 20%, enquanto fevereiro cresceu 18%. Nessa mesma comparação, maio teve um desempenho menor, de 4%.

Leia mais: Mulheres já são maioria no e-commerce de PMEs no Brasil

Na avaliação de Marcelo Osanai, head de e-commerce da NielsenIQ Ebit, os resultados do e-commerce em 2022 demonstram desaceleração do crescimento do setor. “Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos. Mesmo assim, o crescimento de 2% ainda representa relevância e estabilidade do setor”, destaca.

Entre as categorias que tiveram maior destaque na comparação entre 2022 e 2021, o segmento de Perfumaria e Cosméticos, teve um crescimento de 21,2%. O setor se distanciou em quase 5 pontos percentuais do segundo colocado —Pet Shop, com 16,3%. Em seguida, ficou o segmento de Eletrônicos com 10,5%, e Casa e Decoração (9,6%).

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