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Educação digital: brasileiros preferem aulas presenciais para os filhos

Apesar de o ensino online ter crescido muito durante a pandemia, inclusive para crianças em idade escolar, os pais ainda têm receios e quase 90% se sentem preocupados com relação ao tempo que os filhos passam diante de uma tela. Desse total, 41% se dizem muito preocupados e 48% um pouco preocupados. Os dados são […]

Publicado: 04/04/2026 às 04:42
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segurança
Construção civil — Foto: Reprodução

Apesar de o ensino online ter crescido muito durante a pandemia, inclusive para crianças em idade escolar, os pais ainda têm receios e quase 90% se sentem preocupados com relação ao tempo que os filhos passam diante de uma tela. Desse total, 41% se dizem muito preocupados e 48% um pouco preocupados.

Os dados são de um levantamento da Kaspersky, que mostra que 52% dos pais brasileiros gostariam que os alunos voltassem a ter aulas presenciais. Apesar disso, 33% acreditam que o formato híbrido veio para ficar. Na América Latina, a aceitação do modelo híbrido aumentou: 41% preferem o formato e 35% torcem pelo retorno das aulas presenciais.

Leia mais: LGPD: para alívio de despreparados, multas ainda podem demorar

“Tem sido um verdadeiro desafio para as crianças, pais e professores. O currículo precisa ser rapidamente reestruturado para não afetar o aprendizado dos alunos. Mas infelizmente, devido a várias circunstâncias, nem sempre isso foi possível”, diz em comunicado Andrey Sidenko, chefe do departamento de segurança digital infantil da Kaspersky.

A pesquisa ouviu pais, professores e alunos entre abril e maio deste ano. Ao todo 3.989 pessoas, residentes em 14 países, inclusive o Brasil.

Necessidades tecnológicas

Conforme apurado pela Kaspersky, 57% dos professores e 49% dos pais foram obrigados a comprar, emprestar ou dividir aparelhos eletrônicos para garantir a educação dos filhos durante o isolamento social. O país que mais teve de comprar, emprestar ou compartilhar foi o Quênia, com 78%.

Em contrapartida, o país com menor necessidade de dispositivos foi a Arábia Saudita (62% disseram não ter essas necessidades). No Brasil, 59% informaram possuir os aparelhos necessários, ante 41% instados a adquirir, emprestar ou usar o equipamento em conjunto.

De acordo com a pesquisa, 72% dos filhos dos brasileiros usam o celular para aprender, seguindo a tendência na Latam de 74%.

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