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Em 2020, lojas online tiveram 42,9 milhões de consumidores únicos

Só em 2020, as lojas online tiveram 42,9 milhões de consumidores únicos, revelam dados da pesquisa All iN e Social Miner, realizada em parceria com a Opinion Box, Compre & Confie|Neotrust, Clearsale e Aftersale. Do total, 47% dos consumidores, o equivalente a 20 milhões, foram estreantes nesta modalidade de compra. O levantamento aponta ainda que […]

Publicado: 05/03/2026 às 10:18
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Em 2020, lojas online tiveram 42,9 milhões de consumidores únicos
Construção civil — Foto: Reprodução

Só em 2020, as lojas online tiveram 42,9 milhões de consumidores únicos, revelam dados da pesquisa All iN e Social Miner, realizada em parceria com a Opinion Box, Compre & Confie|Neotrust, Clearsale e Aftersale. Do total, 47% dos consumidores, o equivalente a 20 milhões, foram estreantes nesta modalidade de compra.

O levantamento aponta ainda que entre março e maio, quando a Covid-19 ganhou o foco da mídia, com grande aderência à campanha “fique em casa”, as buscas por delivery no Google crescerem 390%. As pesquisas por “como fazer comida em casa” aumentarem em 110%; enquanto “como fazer pães” cresceu 110%; e “como fazer bolos”, 61%.

Não à toa, em abril, a representatividade das visitas em sites de “alimentos e supermercado” subiu 68% em relação ao volume total de visitas no mês anterior, e a representatividade de “multicategoria” cresceu 284% no mesmo período. Na contramão, foi possível notar uma queda significativa de representatividade da categoria “moda e acessórios”, de 26%, e “beleza”, que perdeu 15% do total de visitas em um comparativo de março a abril.

Leia também: Proporção de mulheres à frente de startups está estagnada no Brasil

O número de cadastros também caiu nas categorias de moda e acessórios (6%) e beleza (28%), de março a abril. Foi só entre os meses de agosto e setembro, com a saturação do tema Covid-19 nas mídias e a diminuição na intensidade da cobertura da imprensa, que acabaram influenciando o retorno do consumidor à circulação, de acordo com dados do Google Mobilidade, que os cadastros nos sites de moda e acessórios voltaram a crescer (53%), enquanto os cadastros em sites de Alimentos e Supermercados caiu 78%.

Além disso, com a maior permanência das pessoas em casa, a atenção de muita gente provavelmente se voltou às “reformas”. Isso porque no final de setembro, o termo atingiu um pico e, em outubro, a representatividade do segmento de “casa e construção” nas vendas do varejo online teve destaque, ao apresentar um crescimento 16 vezes superior ao valor apurado em março.

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