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telecom

Em crise, Oi prepara a substituição de seu presidente

Atravessando uma série de problemas, a Oi está articulando a troca do seu atual presidente, Eurico Teles, por um Diretor de Operações (COO) que ficará responsável por executar o plano de reestruturação da firma. De acordo com uma fonte ouvida pelo Valor Econômico, a troca de gestão já estaria combinada entre Teles e o conselho […]

Publicado: 21/05/2026 às 22:59
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Construção civil — Foto: Reprodução

Atravessando uma série de problemas, a Oi está articulando a troca do seu atual presidente, Eurico Teles, por um Diretor de Operações (COO) que ficará responsável por executar o plano de reestruturação da firma.

De acordo com uma fonte ouvida pelo Valor Econômico, a troca de gestão já estaria combinada entre Teles e o conselho e estaria marcada para ocorrer entre o final deste ano e início de 2020.

Passagem de bastão

O processo pode ser adiantado por conta de uma carta enviada pela gestora GoldenTree, maior acionista da Oi, ter divulgado uma carta pedindo que a troca de comando seja feita o mais rápido possível. A solicitação, de acordo com a fonte, não teria “pegado bem”.

À parte da escolha do novo profissional, a empresa também precisa enviar à Justiça e Ministério Público um pedido de substituição do presidente, que precisa ser aprovado pelo governo para que a troca seja oficializada.

Além dos impasses internos, a Oi também vive um momento financeiramente delicado. Na terça, dia 20, tanto suas ações ordinárias (que não dão direito a voto) como as preferenciais fecharam em baixa acima dos dois dígitos. Somando as perdas acumuladas desde 9 de agosto, a companhia perdeu mais da metade de seu valor de mercado.

Cenário nada bom

Atualmente, a Oi está em quarto lugar no ranking das principais operadoras de serviços móveis do país, com 16,4% de participação. Por conta da crise financeira, que fez com que a companhia pedisse recuperação judicial em 2016 após acumular dúvidas de quase R$ 60 bilhões, a empresa enfrenta problemas em manter a competitividade.

Isso porque seus principais produtos (telefonia, TV e banda larga) precisam de investimentos constantes em manutenção e na entrega de soluções melhores — como banda larga. E, com dívidas, a marca acabou ficando para trás.

Mesmo em dificuldades, a empresa planeja investir mais de R$ 7 bilhões em melhorias até o final do ano. Para levantar o valor, a companhia planeja vender sua participação da operadora africana Unitel e se desfazer de móveis e terrenos que possui. A dúvida do mercado é se a companhia conseguirá efetuar essas vendas no tempo e valor desejados para colocar em prática seu plano de crescimento.

 

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