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Empresas brasileiras aumentam investimentos em TI para gestão de riscos

Empresas brasileiras aumentaram em 68% os recursos destinados à análise de dados, automação de processos e tecnologia para apoiar a detecção e o monitoramento de riscos, concluiu a Pesquisa Global de Riscos 2022, realizada pela PwC. O estudo ouviu mais de 3,5 mil líderes globais, incluindo o Brasil. Na análise da consultoria, o aumento dos […]

Publicado: 19/03/2026 às 12:46
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Construção civil — Foto: Reprodução

Empresas brasileiras aumentaram em 68% os recursos destinados à análise de dados, automação de processos e tecnologia para apoiar a detecção e o monitoramento de riscos, concluiu a Pesquisa Global de Riscos 2022, realizada pela PwC. O estudo ouviu mais de 3,5 mil líderes globais, incluindo o Brasil.

Na análise da consultoria, o aumento dos investimentos em tecnologia sinaliza que as organizações estão mais preocupadas com a gestão de riscos. De fato, 89% das empresas brasileiras afirmaram que acompanhar a velocidade das transformações digitais e de outras mudanças está entre os principais desafios quando pensam no gerenciamento de riscos.

“A capacidade de resiliência e o gerenciamento de riscos das organizações precisam se adaptar rapidamente para tornar mais ágeis os negócios e contribuir com insights proativos, robustos e oportunos para a tomada de decisões. Em um ambiente onde a mudança é constante, esses recursos podem fornecer vantagem”, afirma Evandro Carreras, sócio da PwC Brasil.

Leia também: Mais de 60% dos brasileiros já sofreram com roubo de identidades

Incorporar o gerenciamento de riscos no planejamento estratégico dos projetos é outro aspecto importante, destacou a PwC Brasil e isso pode ser observado no estudo. Para 54% das empresas brasileiras, a preocupação em calcular riscos desde a primeira fase dos projetos resultou em melhores decisões de negócios e em resultados mais duradouros.

Apetite a riscos

Apostar em inovação, entretanto, pressupõe às empresas certa dose de risco. O termo “apetite a riscos”, lembra a PwC, é atribuído aos limites dentro dos quais o conselho de administração pede que as lideranças das empresas sigam ao tomar decisões e traçar estratégias.

No recorte das empresas brasileiras, o estudo indica que 17% das empresas já percebem a necessidade de definir ou redefinir o apetite a riscos da organização, no mundo, este percentual é de 22% entre os líderes ouvidos na pesquisa.

Ao mesmo tempo, a cultura de riscos também ajuda a aproveitar as oportunidades de ganho. Uma cultura de compliance muito forte pode sufocar a inovação, alertou o estudo. No Brasil, 47% dos líderes estão investindo no desenvolvimento e aprimoramento de uma cultura de riscos em 2022, enquanto este é um investimento para 56% das empresas no mundo.

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