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ESG
sustentabilidade
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Empresas de telecom pouco avançam em métricas de sustentabilidade

A indústria de telecomunicações, responsável por uma quantidade significativa de emissões de gases de efeito estufa (GEE), tem agido de forma lenta para rastrear essas mesmas emissões. Em particular as do chamado Escopo 3, que são aquelas as quais as organizações têm relação indireta, produzidas a partir de descartes de resíduos, transporte e distribuição. Com […]

Publicado: 21/04/2026 às 13:09
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setor de telecom, antenas, 5G, 4G
Construção civil — Foto: Reprodução

A indústria de telecomunicações, responsável por uma quantidade significativa de emissões de gases de efeito estufa (GEE), tem agido de forma lenta para rastrear essas mesmas emissões. Em particular as do chamado Escopo 3, que são aquelas as quais as organizações têm relação indireta, produzidas a partir de descartes de resíduos, transporte e distribuição.

Com algumas exceções, o levantamento aponta que poucas empresas têm estabelecido uma linha de base clara sobre os esforços para reciclar os smartphones ou os equipamentos que fornecem aos clientes, e menos ainda se comprometeram com metas reais de redução de resíduos. Apesar de algumas métricas, incluindo as emissões relacionadas às viagens de negócios, que são relativamente fáceis de rastrear, outras que envolvem produtos e serviços downstream têm se mostrado muito mais complicadas, avalia o BCG.

O índice ressalta que, para que haja uma abordagem sustentável eficaz, os fornecedores de serviços precisarão nos próximos anos medir com rigor suas emissões e, em seguida, assumir responsabilidades reais para reduzir sua pegada de carbono.

“Isso exigirá uma abordagem mais sistemática, automatizada e escalável para estabelecer uma linha de base de emissões de GEE de ponta a ponta, incluindo as emissões upstream e downstream em toda a cadeia de fornecimento de telecomunicações”, aconselha o BCG.

De acordo com a análise, os benefícios para os líderes climáticos são diversos e podem ajudar, a longo prazo, no sucesso das organizações. Entre as principais vantagens, estão o maior crescimento de receita para seus produtos ‘verdes’, menos riscos regulatórios, financiamentos mais baratos e melhores retornos totais para os acionistas.

Ainda segundo o estudo, operadores estão fazendo algum progresso em suas emissões de gases de efeito estufa e intensidade energética, especialmente na Europa, mas ainda estão significativamente atrasados ​​em relação a outros fatores, como desperdício e prestação de serviços de sustentabilidade a seus clientes.

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