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Energia solar deve movimentar R$ 15 bi em geração distribuída até 2024

A energia solar compartilhada no Brasil tem potencial para movimentar mais de R$ 15 bilhões em investimentos até 2024, revelou um estudo produzido pela consultoria Greener. Esse potencial, na análise do estudo, se refere à crescente demanda por energia solar por assinatura para atender, principalmente, o setor de varejo e de serviços. A demanda pela geração […]

Publicado: 23/04/2026 às 15:30
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Energia solar deve movimentar R$ 15 bi em geração distribuída até 2024
Construção civil — Foto: Reprodução

A energia solar compartilhada no Brasil tem potencial para movimentar mais de R$ 15 bilhões em investimentos até 2024, revelou um estudo produzido pela consultoria Greener. Esse potencial, na análise do estudo, se refere à crescente demanda por energia solar por assinatura para atender, principalmente, o setor de varejo e de serviços.

A demanda pela geração distribuída remota vai exigir, ainda de acordo com o relatório, a construção de pelo menos 3,8 GW de usinas solares nos próximos dois anos. O País tem apresentado forte avanço na capacidade de usinas solares em operação e em construção, registrando 2,3 GW frente a 0,4 GW registrado em 2020.

“O crescente interesse dos consumidores em contratar energia mais competitiva e sustentável tem acelerado o direcionamento de recursos para Geração Distribuída Remota, contemplando especialmente o modelo de assinatura na geração compartilhada”, explica Marcio Takata, diretor da Greener.

Leia também: Sustentabilidade não é prioridade para quase um terço das empresas

O estudo ainda atribui o aumento de novos contratos com a entrada em vigor, a partir de 2023, da da Lei 14.300/22, que institui o marco regulatório da energia distribuída.

Mesmo com a redução na alíquota do ICMS, em função da Lei Complementar 194, a GD Remota, aponta o estudo da Greener, ainda oferece grandes oportunidades de investimento, principalmente na geração compartilhada.

“A LC 194 não implica necessariamente na diminuição da rentabilidade dos empreendimentos, pois a não incidência do ICMS na demanda contratada das usinas reduz o custo fixo dos empreendimentos, compensando a perda de receita de locação”, esclarece Takata.

O avanço da energia solar por assinatura tem estimulado também o desenvolvimento de novos modelos de negócio especializados no mercado de geração compartilhada, como gestoras responsáveis pela captação e relacionamento com os consumidores, apontou o estudo.

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