O Engineering, grupo multinacional de tecnologia de origem italiana, publicou recentemente seu relatório de sustentabilidade referente a 2024. O documento, auditado pela Deloitte, indica redução de 27% nas emissões de gases de efeito estufa nas operações globais da empresa, considerando 80 sites em 21 países, inclusive o Brasil. A companhia também diz ter ampliado a […]
O Engineering, grupo multinacional de tecnologia de origem italiana, publicou recentemente seu relatório de sustentabilidade referente a 2024. O documento, auditado pela Deloitte, indica redução de 27% nas emissões de gases de efeito estufa nas operações globais da empresa, considerando 80 sites em 21 países, inclusive o Brasil.
A companhia também diz ter ampliado a presença feminina em cargos de liderança para 20%, passo considerado importante para “um ambiente de trabalho mais diverso e equitativo”. A nota no CDP Climate Change evoluiu de C para B, o que segundo a empresa atesta a transparência na gestão de suas emissões e riscos climáticos.
Em relação à capacitação profissional, em 2024, a empresa investiu na formação de equipes com a realização de mais de 400 cursos e o lançamento de 15 programas de ensino. Foram obtidas mais de 1.600 certificações profissionais.
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“Para nós, o investimento em pessoas é o motor que impulsiona a inovação capaz de criar soluções tecnológicas com impacto positivo, beneficiando tanto os clientes em suas jornadas de transformação digital quanto a sociedade como um todo”, diz em comunicado o CEO da Engineering na América Latina, Filippo Di Cesare.
A empresa diz estar apostando também em energia limpa. Em 2024, a matriz italiana conseguiu com que toda a energia consumida fosse de fontes renováveis, além da otimização energética do data center de Pont-Saint-Martin, na Itália.
“A divulgação deste relatório global reforça um compromisso que já orienta as decisões no Brasil. Com o plano ESG local e metas claras, entendemos que o papel da Engineering vai além das nossas operações. É também habilitar clientes e sociedade para uma transição digital que seja, por essência, sustentável”, diz Di Cesare.
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