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Enjoei lidera ranking de representatividade feminina em conselhos

A Enjoei lidera ranking de representatividade feminina no conselho de administração de empresas listadas na bolsa. A plataforma consumer-to-consumer possui 60% do seu conselho composto por mulheres, segundo o ranking elaborado pela Nu invest e a Teva Indices que leva em conta as empresas listadas na B3. Em seguida, figuram Banco BMG e Lojas Marisa, […]

Publicado: 29/03/2026 às 17:27
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Construção civil — Foto: Reprodução

A Enjoei lidera ranking de representatividade feminina no conselho de administração de empresas listadas na bolsa. A plataforma consumer-to-consumer possui 60% do seu conselho composto por mulheres, segundo o ranking elaborado pela Nu invest e a Teva Indices que leva em conta as empresas listadas na B3. Em seguida, figuram Banco BMG e Lojas Marisa, com 50% cada, e Sequoia e Tim, com 43% e 40%, respectivamente.

O estudo levou em conta as companhias que têm entre duas e quatro mulheres em cada conselho, considerando o mês de setembro. Integram ainda a lista das dez primeiras colocadas: Vivara (40%), Guararapes (40%), Aeris (40%), Magazine Luiza (38%) e Banco do Brasil (38%).

Segundo Ângela Tosatto, analista de investimentos do Nu invest, a representatividade feminina nos conselhos vem avançando e indica a crescente importância da diversidade como critério de avaliação das companhias. “Além de um quadro mais diverso e todo o benefício que tal estratégia traz para a gestão do negócio em si, essa presença feminina também auxilia as empresas a buscarem uma avaliação mais justa dentro dos critérios ESG, que já começam a balizar o valor das companhias de capital aberto no mercado”.

Leia mais: Desafio: incluir neurodiversos no mercado de trabalho de TI

A especialista, contudo, analisa que a maioria das organizações ainda não reconhece os benefícios da igualdade de gênero nas altas esferas de decisão. “Se você pegar a maioria das empresas de capital aberto do país, você ainda verá um quadro pouco diverso, onde as mulheres são minoria. Ainda precisamos continuar no caminho para que todas as companhias possam chegar a igualdade de gênero”, acrescenta.

Um levantamento divulgado em agosto pela Teva Indices trouxe que as mulheres ocupavam apenas 14,4% das cadeiras nos conselhos de administração, ou 329 assentos contra 1.952 ocupados por homens. Os dados evidenciam uma realidade desigual: em 38,14% das empresas não há nenhuma mulher nessa esfera de governança.

“Medir quantitativamente a representatividade de gênero é importante para dar visibilidade à desigualdade, para dar mais transparência. Com esse tipo de informação, é possível fazer investimentos mais alinhados às próprias visões e convicções pessoais”, comentou Gabriel Verea, CEO da Teva Indices.

Dentre os critérios considerados para a seleção das companhias para o ranking estão o limite mínimo de 1% de ações em circulação (ou free float), capitalização de mercado mínima de R$ 300 milhões e volume de negociação no mês de referência superior a R$ 20 milhões. Foram considerados apenas cargos efetivos, excluindo empresas em recuperação judicial ou extrajudicial e aquelas que não estejam em dia com informes regulatórios. O critério de desempate é o de maior capitalização de mercado.

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