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Entenda as diferentes opções de licenciamento de software

Veja detalhes de nove alternativas disponíveis no mercado e identifique a mais adequada para as necessidades da sua empresa.

Publicado: 07/05/2026 às 17:40
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3 minutos
Entenda as diferentes opções de licenciamento de software
Construção civil — Foto: Reprodução

Os diversos modelos de licenciamento de software disponíveis no mercado atualmente têm deixado muitos gestores de tecnologia da informação com dúvidas na hora de escolher qual – ou quais – é o mais indicado para as necessidades da sua empresa.

Confira, a seguir, informações sobre a proposta de cada uma das nove alternativas de licenciamento de software oferecidas por fornecedores.

1- Licença perpétua de aquisição: modelo que existe há quase 40 anos e utilizado pelos grandes fornecedores, como Microsoft, SAP, Oracle e IBM, que financiam o desenvolvimento de seus sistemas e os vendem para os clientes como um ativo (as empresas têm o direito ao produto para o resto da vida, excluindo serviços de manutenção e de atualizações).

2- Licença de uso: as empresas têm direito apenas de uso da licença por máquina instalada, incluindo atualizações. Mas não podem solicitar serviço de manutenção.

3- Licença de manutenção: neste caso, a empresa paga pelas taxas de correções e de manutenção do software adquirido.

4- Conjunto de licenças (aquisição, uso e manutenção): é o formato mais usado hoje no mercado. O cliente tem direito ao pacote completo da licença, uso e serviços de manutenção.

5- Aluguel (da sigla em inglês, ASP – Application Service Provider): o software fica hospedado fora da empresa, que paga em forma de mensalidade fixa. Pode ser mensal ou anual.

6- Software como serviço (da sigla em inglês, SaaS): aqui, o usuário não tem nada instalado internamente e não se preocupa onde fica o banco de dados, o sistema, os aplicativos. Tudo fica fora da empresa. O modelo é considerado uma ruptura de conceito, uma vez que não se paga nem pela aquisição de software (a empresa não compra o sistema) e nem aluguel. O valor é cobrado pelo número de usuários que acessam o serviço.

7- Open source: o usuário não paga pela licença inicial, já que é software livre. Embora não exista o mesmo custo de desenvolvimento de um software licenciado, há cobrança pela manutenção.

8- Autofinanciamento: quem paga pelo desenvolvimento é o cliente e não o desenvolvedor, já que neste modelo a solução é customizada para atender o interesse do usuário. O cliente é dono do software e, no futuro, pode vendê-lo para outras empresas, transformando-se em “fornecedor”.

9- Co-source: quando duas empresas se unem e dividem o custo do desenvolvimento. É uma terceirização colaborativa entre cliente e fornecedor. A receita vem a partir da remuneração por resultado. Acontece muito entre portais B2B e B2C.

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