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Erros de funcionários são responsáveis por 54% das ameaças a dados

O Ponemon Institute e a nCipher Secutiry divulgaram o “Estudo de Tendências Globais em Criptografia 2020”, que mostra que, apesar de necessário para o cenário atual, o home office pode apresentar grandes riscos à segurança das empresas. O estudo levou em consideração respostas de 6.457 profissionais de TI foram em vários setores da indústria em […]

Publicado: 07/05/2026 às 14:57
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ameaças de dados
Construção civil — Foto: Reprodução

O Ponemon Institute e a nCipher Secutiry divulgaram o “Estudo de Tendências Globais em Criptografia 2020”, que mostra que, apesar de necessário para o cenário atual, o home office pode apresentar grandes riscos à segurança das empresas. O estudo levou em consideração respostas de 6.457 profissionais de TI foram em vários setores da indústria em 17 países.

De acordo com o relatório, a maioria dos líderes empresarias se preocupa mais com ameaças internas acidentais do que com hackers ou invasores maliciosos. Este desafio se mostrou ainda maior a partir do momento em que as empresas começaram a adotar o trabalho remoto como forma de prevenir a propagação do coronavírus. Assim, a quarentena global passou a ser um fator desfavorável para a segurança de dados e se tornou um grande desafio para as corporações.

Os dados mostram que a maior preocupação é com o comportamento do usuário com relação a dados confidenciais (54%), seguido por ataques de hackers (29%) e ameaças internas maliciosas (20%). As ameaças menos significativas para as corporações constituem em espionagem do governo (11%) e solicitações de dados por autoridades (12%).

Ainda de acordo com a pesquisa, à medida que mais funcionários são enviados para trabalhar em casa, são gerados dados adicionais, como cópias extras em dispositivos pessoais, uso extra de armazenamento em nuvem e outros, fazendo com que a criptografia seja reconhecida como um aliado essencial em proteger informações confidenciais para as empresas durante esse período.

Pela primeira vez no estudo, proteger as informações pessoais dos consumidores é o principal fator para implantar a criptografia (54% dos participantes), superando a conformidade, que ficou em quarto lugar (47%). Tradicionalmente, a conformidade com a regulamentação era o principal fator para o uso da criptografia, mas deixou de ser o foco desde 2017, indicando que a criptografia passou de um requisito para uma opção proativa em proteger informações críticas.

No Brasil, o uso de criptografia teve aumento de 3% em relação à 2019 e 9% acima da média da indústria em para serviços de nuvem pública. Além disso, os entrevistados brasileiros do estudo atribuem um percentual particularmente alto aos principais recursos de gerenciamento de soluções de criptografialevando em consideração que o país foi classificado com o segundo menor número de utilizações do método, 97% consideram a criptografia muito importante ou importante.

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