Com métricas bem definidas e acompanhamento dos solicitantes, companhias atingem resultado de maneira mais eficiente
No painel de “Gestão de Projetos por Métricas”, ministrado durante o IT Conference 2007, Odilon Faria Junior, da Universidade de Brasília, destacou que os principais desafios na composição dos portfólios de projetos são identificar oportunidades, selecionar os projetos e executá-los. Além disso, é preciso adotar métricas para conhecer os resultados de maneira mais efetiva. “Medir os ganhos financeiros não é mais suficiente, as empresas notaram que têm muitos ganhos intangíveis”, relata.
A seguir, Sérgio de Oliveira, CIO da Ticket, contou a experiência do escritório de projetos, montado há quatro anos com a participação de membros de diversos departamentos da companhia. “Uma das questões que percebemos foi que os usuários não estão preparados para solicitar, o que dificulta a entrega dos projetos”, ressalta ele.
Por isso, foi criado um comitê deliberativo de projetos que se reúne uma vez por mês, para priorizar projetos junto a cada área, com indicadores para facilitar o gerenciamento. “Administramos a TI como uma empresa, o que é difícil quando os profissionais de TI não conseguem enxergar a partir dessa perspectiva.”
Espelhando-se nesse modelo, a Companhia Vale do Rio Doce, que também participou do painel, montou seu escritório de projeto com o mesmo objetivo. “Com isso, colocamos na mão da área de negócios a responsabilidade pelo sucesso ou não das empreitadas”, conta Paulo Ottoni, coordenador do escritório de projetos da CVRD.
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