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Especial aplicativos: pulverização de plataformas desafia desenvolvedor

Como trabalhar quando o hardware virou commodity e cinco sistemas operacionais disputam o mercado de aplicativos móveis

Publicado: 18/05/2026 às 17:54
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Especial aplicativos: pulverização de plataformas desafia desenvolvedor
Construção civil — Foto: Reprodução

A dificuldade da vida do desenvolvedor de aplicativos para celulares começa na escolha da plataforma sobre a qual vai desenhar sua programação. A fragmentação de sistemas operacionais é o grande primeiro desafio. A primeira escolha vai determinar o sucesso ou fracasso do produto final, seja ele um simples joguinho ou uma ferramenta de negócios.

Fica economicamente inviável fazer versões para vários ambientes. A pulverização dá para ser notada no último relatório do Gartner, publicado neste mês: Symbian (usado em aparelhos da Nokia, e que representa 41,2% do mercado mundial), BlackBerry OS (da RIM, com 18,2% ), Android (do Google, com 17,2%) e iOS (que roda no iPhone, da Apple, com 14,2%) e Windows Mobile (5%).

“Os desenvolvedores têm dificuldade em colocar suas soluções em múltiplas plataformas”, explica Daniel Rocha, gerente de serviços técnicos e consultoria do Fórum Nokia América Latina. “Como são poucos os casos de desenvolvedores com grande sucesso financeiro, eles acabam tendo que optar por uma plataforma ou por outra”.

Tomar a decisão não se revela uma questão simples. A tentação é sempre desenvolver no ambiente em que mais se tem domínio. No entanto, o público-alvo de um determinado aplicativo pode estar concentrado justamente em torno de outro sistema operacional. “O desenvolvedor não pode confundir o gosto do usuário com números de mercado”, alerta Rocha. “Eles são bastante diferentes de região para região”. Por isso, é preciso escolher a plataformas certas na hora de definir o mercado onde se pretende atuar.

Mesmo quem aposta no ambiente de desenvolvimento da líder de mercado, a Nokia, está sujeito ao dinamismo estonteante do segmento. A cada semana, os aplicativos mais populares variam. Segundo Rocha, aplicações tradicionais, como Skype, redes sociais (do tipo Facebook, Twitter) e jogos estão sempre liderando as preferências, pelo menos no horizonte do ano de 2010.

O gap entre o mercado internacional e o brasileiro está cada vez menor. Os usuários nacionais seguem as tendências lá de fora e escolhem massivamente utilitários e jogos, que estatisticamente encorpam a maioria dos downloads.

Para os próximos anos, a tendência é diminuir a “esquizofrenia” do mercado por meio da adoção de um sabor “mais web”. “Devido à fragmentação do mercado, será de vital importância que os fabricantes adotem a web como o formato multiplataforma acessível a todos”.  Segundo ele, a sua empresa vê futuro promissor para tecnologias como HTML5, CSS 3 e JavaScript, combinadas com APIs, para permitir integração com as funcionalidades dos aparelhos (GPS, calendário, agenda, e outros tipos de aplicativos).

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