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Especial Carreira: onde os recrutadores procuram talentos

Headhunters modernos utilizam-se de todas as táticas para chegar ao perfil desejado, incluindo banco de currículos, networking, sites e rede

Publicado: 09/05/2026 às 07:21
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3 minutos
Especial Carreira: onde os recrutadores procuram talentos
Construção civil — Foto: Reprodução

Somente no banco de currículos da Mariaca existem cerca de  60 mil nomes. É por lá que Patrícia Epperlein, sócia e diretora-geral da empresa especializada em gestão de capital humano para executivos, começa sua garimpagem de talentos. Estes dados vêm dos próprios candidatos, que os inscrevem pelo site da empresa. Mas as informações também são inseridas pelos próprios consultores, depois de uma entrevista com um perfil promissor.

No entanto, a pesquisa para achar um determinado perfil de profissional vai além do banco da empresa e inclui a rede de contatos do próprio recrutador. “O profissional de recrutamento, hoje, tem de ir muito além do seu banco de currículos”, revela Patrícia. Apenas depois de vencidas estas etapas o headhunter passa para bancos de dados de terceiros. Finalmente, talvez seja necessário checar empresas bem-sucedidas e sondar algum executivo talentoso para uma mudança de ares (com um incremento salarial, é claro).

“Modernamente, há ainda a possibilidade oferecida por algumas redes sociais”, aponta a sócia da Mariaca. Segundo ela, nem todas funcionam para o recrutamento. Orkut, por exemplo, está fora de cogitação, por ser informal demais. Entre as comunidades, destaca-se o LinkedIn, que mantém sua vocação de rede de relacionamento profissional e de negócios. Já o Plaxo, na visão dela, perdeu esta vocação e deixou de ser operacional. (leia também a reportagem Use as redes sociais a seu favor para conseguir um emprego)

Não há regras fixas. Escolher o profissional ideal pressupõe entender o “momento que está sendo vivido pela empresa e pelo candidato”. As exigências técnicas geralmente são fundamentais, uma vez que as empresas não têm disponibilidade para fazer o treinamento de altos executivos.

A dificuldade, no entanto, pode estar justamente no perfil comportamental. Algumas vezes, a empresa necessita de um “tocador de obras”, que ficará ligado ao departamento financeiro. Mas é possível que determinada empresa precise de uma pessoa com os mesmos conhecimentos, mas com um perfil mais estratégico para trabalhar junto à presidência.

Técnicos

Para os níveis mais técnicos, os sites de currículos são as grandes fontes de informação para os recrutadores. “No nosso site, até o dia 8/10, existiam 14.856 currículos nos segmentos relacionados a TI”, informa Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online. Segundo ele, havia também 7.129 currículos relacionados a internet, e-commerce, e-business, web e web designer.

A crise econômica foi mais branda nesse segmento e há uma promessa de oferta de empregos até o fim do ano (acompanhe este especial para entender melhor). Até o dia 8 de outubro, havia 12.362 vagas na área informática, das quais, 5.336 vagas para profissional especializado com curso superior (completo/cursando), 1.434 para profissional com ensino médio/profissionalizante, 220 supervisão/chefia, 207 gerência e duas para diretoria. O Estado de São Paulo ganhava em disparada, com 4.166 vagas, seguido pelo Rio de Janeiro (777), Paraná (363), Minas Gerais (352) e Rio Grande do Sul (227).

Leia mais:

Esta é a segunda matéria de uma série de reportagens que o IT Web publica sobre quem são e como atuam os recrutadores que atuam no mercado de TI. Mantenha-se conectado e acompanhe este especial.

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