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Estudo: qualificação é responsabilidade corporativa no mundo híbrido

O impacto da crise da pandemia de COVID-19 sobre o desemprego foi duas vezes mais devastador para os jovens do que para a população total, com 23,4 milhões de desempregados nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no fim de 2020. Diante desse cenário, a segunda edição do estudo “O Futuro do […]

Publicado: 07/03/2026 às 20:27
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trabalho
Construção civil — Foto: Reprodução

O impacto da crise da pandemia de COVID-19 sobre o desemprego foi duas vezes mais devastador para os jovens do que para a população total, com 23,4 milhões de desempregados nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no fim de 2020. Diante desse cenário, a segunda edição do estudo “O Futuro do Trabalho Começa Agora”, da Capgemini, alerta para a necessidade das organizações encontrarem um equilíbrio entre oportunidades propiciadas pelo trabalho remoto, como ganhos de produtividade e redução de custos, e o gerenciamento de questões críticas de pessoas.

Claudia Crummenerl, diretora de gestão de pessoas e organizacional da Capgemini Invent, evidencia que mesmo que o futuro do trabalho apresente vantagens competitivas, alguns grupos estão menos preparados para aproveitá-las. Desse modo, a pesquisa observou como certos grupos de colaboradores serão afetados, incluindo mulheres, minorias sub-representadas e jovens que estão enfrentando um desemprego crescente e uma lacuna cada vez maior em habilidades digitais.

“Os funcionários mais jovens nas forças de trabalho global estão em uma posição particularmente vulnerável, sujeita à crescente lacuna de habilidades e maior automação”, analisou Crummenerl.

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Assim, ela defende que para se tornarem mais resilientes, as empresas precisam tornar a qualificação e a requalificação uma parte integrante de seu contrato social em meio ao de trabalho modelo híbrido, “desempenhando o papel de parceiro vitalício na aprendizagem e no desenvolvimento dos funcionários”.

A publicação, baseada em entrevistas com colaboradores de grandes organizações globais, indica um consenso sobre não haver retorno para um modelo 100% presencial em um futuro próximo ou a médio prazo. Diante disso, aponta para a necessidade de endereçar os desafios desses novos modelos de trabalho, inserindo o aprimoramento das habilidades como ponto central em meio aos impactos da tecnologia no emprego.

Para Shayne Elliott, CEO do ANZ Bank, os líderes empresariais devem abraçar o modelo de trabalho híbrido e vê-lo como uma fonte de vantagem competitiva. “Os modelos híbridos têm potencial ilimitado, desde a ampliação da diversidade geográfica até a otimização do equilíbrio entre a vida doméstica e profissional dos funcionários”, pontua. “As empresas que empregam esse modelo de forma bem sucedida hoje, definirão o curso de sua trajetória futura nos próximos vinte anos”.

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