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Expansão mantém ritmo forte na TI da Renner

Só em 2009, varejista aplicou mais de R$ 12 milhões na modernização de sistemas e equipamentos

Publicado: 18/05/2026 às 16:19
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Expansão mantém ritmo forte na TI da Renner
Construção civil — Foto: Reprodução

Em 2010, ano em que a Lojas Renner ingressou, finalmente, no comércio eletrônico, o time de TI deverá manter o ritmo de trabalho frenético imposto pela expansão da rede, que inaugurou em 2009 dez lojas e investiu mais de R$ 12 milhões na modernização de sistemas e equipamentos de TI. Na virada para 2010, a rede de departamento de vestuários somava 120 unidades, com planos de chegar ao fim do ano com mais 12, além de duas unidades no modelo compacto, com área de vendas bem menor e supply chain mais ágil.

Com orçamento mais gordo este ano – a previsão da empresa é investir algo em torno de R$ 140 milhões na abertura de lojas e em tecnologia da informação -, a TI da Lojas Renner focará seus esforços no “desenvolvimento de coisas novas”, conforme Leandro Balbinot, CIO da rede.

Entre os projetos definidos como prioritários, destaca-se a total revisão dos processos de suply chain, que deverá inaugurar uma nova realidade para a cadeia de suprimentos da companhia a partir deste ano. “O que posso adiantar é que o processo de implementação deve durar um ano e que vamos trabalhar com BPM e aprimorar o gerenciamento de transportes, armazéns e sistemas de suporte ao negócio”, resume o executivo, cujo cargo acumula a responsabilidade pela área de processos.

Outro projeto adiantado pelo CIO, que ele chama de “localization”, prevê a junção do CRM com programa de fidelização, para conhecimento mais eficaz da clientela. “Paralelamente, iremos acelerar a utilização do BI que iniciamos no ano passado, quando desenvolvemos um framework usando a plataforma de business intelligence da Oracle Hyperion. O time de Balbinot também manterá a estratégia iniciada em 2009 de migração gradual para cloud computing. Segundo o executivo, diversas aplicações de rotina, não- estratégicas ou críticas para o negócio, já estão na nuvem, começando por ferramentas de colaboração, correio eletrônico e gestão de projetos. “Já somos um case do Google no que se refere a explorar a nuvem para colaboração interna, desenvolvimento de sites e melhor utilização de mídias sociais.”

Usuária pioneira do Oracle Retail, uma plataforma integrada que abrange merchandising, cadeia de suprimentos e operações de loja, a Lojas Renner atingiu, na avaliação de Balbinot, estágio de maturidade no uso de TI similar a redes varejistas de países desenvolvidos. “Seguir a lei Sarbanes-Oxley é um dos fatores que forçam a empresa a evoluir nessa área de TI. Outro ponto positivo é o uso de pacotes de mercado, o que permite a comparação com o que há de mais avançado no mundo para o setor”, diz o CIO. Com experiência internacional e hábito de fazer benchmarking dentro e fora do País, o executivo é menos otimista quanto ao segmento como um todo. “O varejo está sempre atrasado em termos de evolução de TI”, avalia.

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