ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
#atendimentoaoconsumidor
#customerexperience
tecnologia

Experiência do cliente: a estratégia que não pode faltar na sua empresa

A experiência do cliente (ou customer experience, CX) é a soma de todas as interações que o cliente tem com a marca – melhor ainda, é a impressão que fica da experiência que ele teve ao interagir com a marca (ou empresa). E, na hora de causar boa impressão, cada pequeno passo conta, e muito. […]

Publicado: 23/05/2026 às 23:54
Leitura
5 minutos
Otimizar experiência do cliente é prioridade para CMOs
Construção civil — Foto: Reprodução

A experiência do cliente (ou customer experience, CX) é a soma de todas as interações que o cliente tem com a marca – melhor ainda, é a impressão que fica da experiência que ele teve ao interagir com a marca (ou empresa). E, na hora de causar boa impressão, cada pequeno passo conta, e muito.

Conseguir atender às expectativas do cliente e engajá-lo tornou-se uma tarefa extremamente desafiadora para as empresas; afinal, o consumidor está cada vez mais empoderado, exigente e ciente dos seus direitos, além de ter múltiplos canais de atendimento à sua disposição. Assim, as organizações necessitam entender seu perfil e adequar sua estratégia a fim de deixá-la mais eficaz e aderente ao seu público-alvo para fidelizá-lo e estabelecer uma relação duradoura, permeada pela transparência e confiança.

Esse tema é tão relevante que tem impacto direto nas finanças das companhias. De acordo com um estudo realizado pelo Google, em parceria com a Boston Consulting Group (BCG), as empresas que conseguiram desenvolver um padrão de excelência no atendimento ao consumidor tiveram um aumento de 20% na receita e uma redução de até 30% nos seus custos.

Os números são promissores, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. Para potencializarmos e oferecermos um atendimento cada vez mais personalizado e assertivo, é importantíssimo combinar as habilidades humanas – como empatia e criatividade – com o potencial de processamento das máquinas. Mesmo com a variedade de novas tecnologias – Inteligência Artificial, Big Data e IoT, entre tantas outras –, existem clientes que ainda preferem ser atendidos por humanos, e esse é um fato que não pode ser desconsiderado de forma alguma.

Em situações complexas e de suma importância – registrar uma reclamação, retornar um produto ou solicitar um serviço, por exemplo –, ainda há a preferência pela interação com humanos, em comparação a tecnologias como chatbot. Esse é um dos insights que o estudo Transformação Digital, desenvolvido pela International Data Corporation (IDC), a pedido da Avaya, trouxe a respeito do comportamento do consumidor.

Acredito que as empresas olharão cuidadosamente para essa questão. O conceito de CX precisa estar presente na companhia inteira e abranger as diferentes formas de interação com o cliente. Conforme mencionei anteriormente, as organizações que buscam prosperar e ter uma relação sólida e duradoura com seus clientes devem estudar seu comportamento, entender suas necessidades e seus desejos para oferecer soluções personalizadas, no timing correto, que se encaixem no propósito e necessidades do consumidor.

Para tanto, é preciso investir em infraestrutura que permita coletar, cruzar e aplicar inteligência aos dados, além de disponibilizá-los onde e quando for preciso. Em um cenário extremamente competitivo, as organizações que não olharem para dentro e se planejarem adequadamente tendem a ficar obsoletas, e, infelizmente, muitas provavelmente não terão o sucesso planejado.

Um terço das empresas acredita que não conta com tecnologia adequada para implementar uma boa estratégia de CX. Mas é a capacidade de entregar uma experiência completa, dentro do contexto e timings certos e, sobretudo, no canal correto, que produz retorno e valor real. Porque quando se trata do consumidor, experiência é tudo.

Assim, para redefinir sua experiência com o cliente, é importante ter um ecossistema aberto, integrado e sustentável, baseado em tecnologias e ferramentas como análise da jornada de consumo, previsão de engajamento e correlação inteligente dos dados. Juntar tudo isso é difícil, o que explica por que muitas companhias ainda não sabem por onde começar quando se trata de customer experience.

Antes de mais nada, é preciso levar em conta três pontos básicos:

• Personalidade da marca – A experiência de consumo é orientada pelos valores e pelas crenças mais profundas da empresa. Ter em mente quem é e qual o propósito da marca permite melhorar o engajamento e a retenção de clientes.

• Hiperpersonalização – Tudo começa pela compreensão do comportamento, das preferências e das expectativas de cada cliente, em qual canal prefere ser atendido e se por um humano ou tecnologia. Para a marca se manter relevante, ela precisa entregar serviços personalizados, que ajudem o consumidor a ter mais autonomia e promovam engajamento em nível individual.

• Ponta a ponta – A experiência do consumidor envolve a empresa inteira, mas, em geral, a interação direta se dá com um ou dois departamentos. Isso demanda sistemas integrados de informação (back-office eficiente), pois CX é um processo contínuo e sempre em evolução.

Proporcionar uma experiência incrível ao público é trabalhoso, mas o resultado pode ser extraordinário. Termino com uma provocação: o que sua empresa está fazendo para continuar relevante nos próximos anos?

*Por Marcio Rodrigues, presidente da Avaya Brasil

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas