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Fabricantes se adaptam aos novos tempos

Microsoft, IBM, Oracle e SAP estão atentas às mudanças nas estratégias dos líderes de TI

Publicado: 09/05/2026 às 14:39
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Fabricantes se adaptam aos novos tempos
Construção civil — Foto: Reprodução

A InformationWeek EUA não é a única a ver a essa grande mudança no comportamento dos CIOs que se abrem aos novos modelos de operações de TI. Alguns fornecedores também se atentaram a essas mudanças e dão a devida atenção a esses modelos. 

Olhe o que a Microsoft fez no ultimo ano: desenvolveu planos para oferecer os serviços do Microsoft Office – um dos programas mais usados no mundo corporativo – como um aplicativo online, com uma versão gratuita limitada. Depois de anunciar, em janeiro passado, que iria diminuir os investimentos em data centers, a empresa engrenou e abriu duas filiais, no valor de US$ 500 milhões, em Chicago e Dublin. Ambas direcionadas à entrega de aplicativos online, seja como versões “multi-tenant” em servidores compartilhados e atualizados junto com todos os outros, ou como versões “single-tenant”, com o modelo tradicional de hospedagem. 

A IBM anunciou há pouco tempo que irá vender uma versão do Lotus Notes baseada em web. Chamado Lotus Live iNotes, o produto é destinado para empresas e tem custo mensal, por usuários, de apenas US$ 3, para contratos anuais, ou US$ 3,75 por mês, no plano mensal. O serviço vem com 1 GB de armazenamento, suporte para dispositivos móveis e funções de antivírus e antispam. 

Os CIOs têm levado o Google mais a sério como uma alternativa para serviço de e-mail, no entanto, o Google Apps tem sido difícil de vender, declarou Richard Payling, vice-presidente de outsourcing global da Capgemini, que o Google passou a usar em 2007 para serviços de help-desk, migração e consultoria. A Capgemini já fechou mais de US$ 100 milhões em contratos para os serviços Google Apps na Europa, mas nenhum contrato foi realizado dentro dos Estados Unidos.

Payling culpa, em parte, a economia atual, já que as empresas norte-americanas adiaram qualquer tipo de mudança. O Google não tem grande força de venda, portanto, Dave Girouard, vice-presidente corporativo, tem cerca de 10 reuniões com CIOs, por trimestre, geralmente com um CIO cliente. O Google diz que um milhão de negócios usam seus aplicativos, mas apenas alguns são tão grandes quanto a JohnsonDiversey ou a Avago. 

A Oracle e a SAP estão desenvolvendo seus próprios modelos de ERP. A Oracle oferece o Oracle Database e Linux corporativo hospedado em um EC2, da Amazon, e a equipe responsável pelos aplicativos trabalha para adaptar alguns softwares para os serviços assinados. A empresa oferece ainda o Oracle On Demand CRM e o Oracle Beehive, seu software de colaboração, como serviço. Os executivos consideram oferecer muitos de seus aplicativos desenvolvidos para empresas de médio porte, incluindo a JD Edwards, como serviços de hospedagem assinada. Esses detalhes ainda estão sendo trabalhados, disse Mark Keever, vice-presidente da Oracle. 

Já a SAP desenvolve serviços de software como uma opção para alguns aplicativos que repreendem seu sistema de ERP central. Ela adquiriu empresas de SaaS, incluindo a Frictionless Commerce, como fonte de fornecedores e contratantes; a Clear Standards, para gerenciamento de compliance; e a SkyData Systems, que desenvolve aplicativos de CRM SaaS para telefones celulares. A companhia alemã também mostrou, recentemente, um protótipo de um modelo de aplicativo para processos de negócio, chamado Gravity, para ser usado com o Google Wave, uma plataforma online, em código aberto, para colaboração e compartilhamento de documentos.

A We Energies usa o serviço de software da Frictionless como fonte pra encontrar prestadores de serviços. Quando for atualizado para a nova versão (estava prevista para outubro), isso deve acontecer em um final de semana. A We Energies, que já usava a Frictionless antes da aquisição da SAP, gostaria de ter mais dados fluindo entre o sistema e-sourcing e o ERP SAP. Para isso, ela considerou levar a Frictionless para dentro da empresa para amenizar o sofrimento. “Mas agora acho que não queremos mais”, pontuou Gail DeVeau, diretora de cadeia de suprimento da empresa. “Se o fizermos, teremos toda aquela manutenção com TI e é muito importante que mantenhamos gastos baixos agora.” 

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