Para reduzir ainda mais a disseminação de notícias falsas sobre a pandemia de coronavírus, o Facebook passa a tomar medidas mais rígidas. Agora, usuários que leram, assistiram ou compartilharam fake news passarão a receber um pop-up da plataforma solicitando que acessem o site da Organização Mundial da Saúde para se informarem com notícias confiáveis. “Conectar […]
Para reduzir ainda mais a disseminação de notícias falsas sobre a pandemia de coronavírus, o Facebook passa a tomar medidas mais rígidas. Agora, usuários que leram, assistiram ou compartilharam fake news passarão a receber um pop-up da plataforma solicitando que acessem o site da Organização Mundial da Saúde para se informarem com notícias confiáveis.
“Conectar pessoas a informações confiáveis é apenas metade do desafio. Interromper a disseminação de informações erradas e conteúdo prejudicial sobre o COVID-19 em nossos aplicativos também é extremamente importante. É por isso que trabalhamos com mais de 60 organizações de verificação de fatos que revisam e classificam o conteúdo em mais de 50 idiomas em todo o mundo”, diz Guy Rosen, vice-presidente de integridade da plataforma, em comunicado.
As medidas vêm após um estudo da Avaaz apontar que uma série de conteúdos na rede social não está identificada como “conteúdo falso”, o que faz com que a plataforma demore dias para revisar e remover os posts da rede. O estudo diz que 29% do conteúdo falso da amostra em inglês não estava rotulado, e o problema se mostra maior em outros idiomas. 68% do conteúdo em italiano, 70% do conteúdo em espanhol e 50% do conteúdo em português não rotulados como falsos.
Também foi adicionado, recentemente, uma área chamada Get The Facts no Centro de Informações do Facebook. Lá é possível acessar artigos com dados verificados por uma rede de parceiros da companhia, com notícias atualizadas a cada semana. Por enquanto, a medida está disponível para usuários norte-americanos. Os EUA é, atualmente, o país mais afetado pela pandemia.