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Facebook tentou comprar Musical.ly, não conseguiu e criou um clone

O Facebook tentou comprar o Musical.ly, que depois virou o TikTok, em 2016, para tentar voltar à China. A rede social foi banida do país em 2009. Segundo relatório do BuzzFeed, Mark Zuckerberg havia convidado o cofundador do aplicativo, Alex Zhu, para uma conversa na sede do Facebook, na Califórnia. Depois, uma equipe do Facebook […]

Publicado: 17/05/2026 às 11:58
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Construção civil — Foto: Reprodução

O Facebook tentou comprar o Musical.ly, que depois virou o TikTok, em 2016, para tentar voltar à China. A rede social foi banida do país em 2009.

Segundo relatório do BuzzFeed, Mark Zuckerberg havia convidado o cofundador do aplicativo, Alex Zhu, para uma conversa na sede do Facebook, na Califórnia. Depois, uma equipe do Facebook que foi à Xangai para dar continuidade ao papo.

De acordo com fontes do BuzzFeed e do repórter Ryan Mac, as negociações foram sérias mas nenhum acordo foi firmado. A ByteDante, em 2017, comprou a Musical.ly por cerca de US$ 800 milhões e fundiu o aplicativo ao existente TikTok.

Pois, nesta semana, o Instagram, propriedade do Facebook, lançou um clone do TikTok. A estratégia é bem semelhante ao movimento de quando o Facebook tentou comprar o Snapchat, não avançou e copiou os Stories.

Sem conseguir o que queria, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, apelou para discursos geopolíticos para atacar o app. Em discurso em outubro na Universidade de Georgetown, ele falou sobre valores de liberdade de expressão; proteções de criptografia e privacidade; e mencionou censuras sobre protestos no TikTok. “Não há garantia de que esses valores vencerão”, disse.

Um ex-funcionário de alto escalão do Facebook disse ao BuzzFeed que o Facebook não ficou nada contente com a situação. Portanto, “se voltaram para argumentos geopolíticos e parlamentares em Washington para combater” o TikTok.

Não que o TikTok seja a rede social mais saudável digitalmente, claro. Tampouco considerada integramente ética. O The Guardian publicou em setembro documentos que mostram que moderadores da empresa foram instruídos a censurar vídeos de protestos sob alegação e violar diretrizes de uso.

Fonte: BuzzFeed. Com informações de: The Guardian.

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