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Falta de componentes e crise econômica prejudicam mercado brasileiro de wearables

Os seis primeiros meses deste ano foram de queda nas vendas no mercado brasileiro de wearables, apontam os dados dos estudos IDC Tracker Brazil Wearables do primeiro e segundo trimestres de 2022, realizados pela IDC Brasil.  As quedas nas vendas foram de 19,7% no 1º trimestre e 14,2% no 2º trimestre, em relação ao mesmo […]

Publicado: 07/04/2026 às 13:07
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Construção civil — Foto: Reprodução

Os seis primeiros meses deste ano foram de queda nas vendas no mercado brasileiro de wearables, apontam os dados dos estudos IDC Tracker Brazil Wearables do primeiro e segundo trimestres de 2022, realizados pela IDC Brasil.  As quedas nas vendas foram de 19,7% no 1º trimestre e 14,2% no 2º trimestre, em relação ao mesmo período de 2021.

Nos três primeiros meses de 2022 foram vendidos 1,32 milhão de unidades de dispositivos vestíveis, e nos meses de abril, maio e junho, 1,38 milhão, entre smartwatches, fitbands, basic watches, basic earwears, basic tethered e fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente.

“No primeiro trimestre de 2022, o mercado de wearables foi fortemente impactado pelo lockdown na China. Com a consequente escassez de componentes, os fabricantes decidiram priorizar a produção de itens classificados como essenciais, como smartphones, por exemplo, diminuindo a oferta de vestíveis. Além da baixa produção, o alto custo do frete e a condição econômica da população brasileira contribuíram para uma redução desse mercado e os resultados foram abaixo do esperado”, explica Andréia Chopra, analista de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.

No segundo trimestre do ano, no entanto, sinais de uma recuperação também se mostraram, explica Chopra. “Mesmo sob os efeitos da crise dos componentes, da variação cambial e do alto custo do transporte, houve um crescimento de 4% em relação ao 1º tri de 2022, apesar da queda de 14,2% ano a ano”, disse Andréia.

Projeções

Segundo a IDC Brasil, os fabricantes já conseguiram retomar o processo de produção e distribuição de wearables, mas as expectativas para o segundo semestre continuam pessimistas. “A baixa disponibilidade financeira do brasileiro, as altas taxas de juros e a inflação impedem que o crescimento do mercado de wearables acompanhe a vontade do consumidor em aproveitar os benefícios dessa categoria de produtos”, pontuou a analista da IDC Brasil.

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