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ESG
EY
liderança

Falta diversidade nos conselhos de administração, mostra pesquisa da EY

Uma nova pesquisa realizada pela EY sobre o papel da presidência do conselho de administração revelou que falta diversidade no conselho das empresas. Segundo o levantamento, apenas 14% possuem mulheres na posição. “Essa é uma realidade e temos baixa diversidade nos Conselhos”, destaca Roberto Azevedo, sócio de Consultoria em Organização e Gestão de Pessoas da […]

Publicado: 31/03/2026 às 01:05
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3 minutos
Diversidade conselho
Construção civil — Foto: Reprodução

Uma nova pesquisa realizada pela EY sobre o papel da presidência do conselho de administração revelou que falta diversidade no conselho das empresas. Segundo o levantamento, apenas 14% possuem mulheres na posição. “Essa é uma realidade e temos baixa diversidade nos Conselhos”, destaca Roberto Azevedo, sócio de Consultoria em Organização e Gestão de Pessoas da EY Brasil.

De acordo com o relatório, o perfil do(a) presidente é de um(a) profissional experiente, com idade média de 59 anos e aproximadamente um terço ocupa o cargo há mais de quatro anos. Cerca de 20% também são representantes institucionais e/ou porta-voz de suas empresas.

Além disso, a grande maioria dos presidentes de conselho (88%) não exerce função executiva na empresa. Na análise de Azevedo, o resultado reforça que esses profissionais têm mais a função de “aconselhar” do que administrar de fato a organização. O estudo “EY Center for Board Matters” entrevistou membros de conselhos de diferentes setores e tamanhos de companhias, sendo 36% de empresas listadas na bolsa de valores.

Outro ponto reforçado na pesquisa é que apenas uma a cada quatro empresas conta com um plano de sucessão formal para a presidência do Conselho de Administração.

Em relação à avaliação e remuneração, 59% dos participantes afirmaram que não são formalmente avaliados e 53% informaram que o(a) presidente recebe uma remuneração diferenciada em relação aos demais. “Além disso, apenas 14% dos(as) presidentes das empresas participantes recebem também uma parcela variável relacionada ao desempenho, além da remuneração fixa”, explica Azevedo.

“Outro questionamento bem interessante que fizemos durante a execução dessa pesquisa foi sobre a percepção de “poder de decisão” que CEO e presidente do Conselho possuem dentro da companhia”, conta o executivo. O resultado disso é que 24% dos participantes indicam que o(a) presidente do Conselho de Administração tem mais poder, enquanto 48% acredita que é o(a) CEO, 23% indicam que os poderes são equivalentes e 5% informaram que ambos são a mesma pessoa.

ESG e diversidade como prioridade

A grande maioria, 92% dos participantes, concorda que o(a) presidente do Conselho de Administração tem como norte a sustentabilidade de longo prazo e atender os diferentes grupos de interesse/stakeholders da empresa. Para Azevedo, “esse posicionamento reforça ainda mais o papel de aconselhamento desse(a) profissional dentro das empresas. E, de modo geral, a liderança do(a) presidente do Conselho tem sido eficaz ou muito eficaz em administrar diferentes conflitos e interesses”.

Por fim, os aspectos qualitativos do estudo mostram que as qualidades mais relevantes para uma presidência eficaz são a visão estratégica e sistêmica do ambiente em que a empresa se encontra e a liderança inclusiva.

Em contrapartida, as potenciais práticas negativas destacadas são relacionadas a um comportamento autoritário e centralizador da palavra, além do baixo domínio da agenda para condução da reunião.

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