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Fusion I: a evolução dos gráficos

Esta semana a AMD lançou no mercado o primeiro exemplar de uma nova classe de processadores, o Fusion, um microprocessador multinuclear capaz não apenas de processar dados mas também de executar processamento gráfico de alto desempenho. Em resumo: um chip que cumpre não somente as funções costumeiras de uma unidade central de processamento, ou CPU, […]

Publicado: 24/05/2026 às 00:12
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15 minutos
Fusion I: a evolução dos gráficos
Construção civil — Foto: Reprodução

Esta semana a AMD lançou no mercado o primeiro exemplar de uma nova classe de processadores, o Fusion, um microprocessador multinuclear capaz não apenas de processar dados mas também de executar processamento gráfico de alto desempenho. Em resumo: um chip que cumpre não somente as funções costumeiras de uma unidade central de processamento, ou CPU, como também as de uma unidade gráfica de processamento, ou GPU (também conhecida como coprocessador gráfico). Há alguns meses a Intel anunciou o lançamento de um processador, codinome Larrabee, basicamente com as mesmas características.

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Por que razões as grandes fabricantes de microprocessadores resolveram incorporar o processamento gráfico em seus chips?

Bem, para entender isto há que se ter uma ideia não somente da tecnologia usara para gerar imagens e mover seus dados no interior do sistema como também da evolução desta tecnologia ao longo do tempo.

Porque, ao fim e ao cabo, esta tendência não é mais que um retorno às origens.

Senão vejamos:

O primeiro computador da linha PC usava o que havia de melhor na época, o máximo em tecnologia de microprocessadores.

Ou quase. O máximo, mesmo, era o Intel 8086, a primeira UCP que ostentava 16 bits tanto nos registradores internos quanto nos barramentos de memória e dados ? e como aquele seria o primeiro computador pessoal da então poderosíssima IBM, não poderia deixar de ter o melhor processador. O “quase” corre por conta do fato de que o processador utilizado não foi exatamente o 8086, mas seu irmão menor, o 8088, funcionalmente idêntico ao 8086, mas com barramento de dados de apenas oito bits para que a IBM pudesse recorrer aos circuitos auxiliares então encontrados no mercado para o controlador da memória RAM, pois como a concorrência só dispunha de máquinas “de oito bits”, não havia disponibilidade de circuitos auxiliares para controlar um barramento de dezesseis. Fora isto, os dois chips eram idênticos e, de fato, o PC da IBM virou o “Rolls Royce” (ou a “Brastemp”, para quem prefere produtos nacionais) dos computadores pessoais e mudou o rumo da informática. Mas tudo isto é história: para que se tenha ideia, este ano o PC completaria 30 anos se vivo ainda fosse.

Mas o fato é que o velho PC não tinha processador gráfico auxiliar. As imagens eram geradas pela própria UCP, sem qualquer ajuda.

Já nas máquinas modernas as telas são geradas por um microprocessador dedicado apenas a elas e chamado processador (ou, para os mais exigentes, coprocessador) gráfico, capaz de produzir imagens com mais de dezesseis milhões de cores, muito além do que o olho humano pode distinguir, e com uma resolução que já se situa na casa dos milhões de pontos na tela.

Por que foram adotados os processadores gráficos?

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