O avanço e a disseminação dos dispositivos portáteis e também das redes sem fio aumentam as vulnerabilidades
Com uma geração de informação cada vez mais veloz – a cada
dois anos, uma empresa multiplica por dois sua quantidade de informações, diz o
vice-presidente para América latina da Symantec, Wilson Grava – a gestão de
dados e de conhecimento e, por conseqüência, sua segurança mostram-se como os grandes
desafios para as companhias.
Entre os questionamentos dos diretores de TI, o que fazer
com a massa de dados e como proteger as informações geradas e armazenadas para
que não saiam da corporação estão no topo de suas preocupações. Isto porque o
avanço e a disseminação dos dispositivos portáteis e também das redes sem fio
aumentam as vulnerabilidades.
Neste cenário, a Symantec aponta quatro tendências-chave de
TI que afetam a gestão de informações, assim como diretrizes e soluções
relacionadas à administração de endpoints, virtualização e gestão de riscos. São
elas a migração de fitas para discos, a mudança no panorama e nos objetivos dos
ciberataques, a governabilidade de TI e o consumo das tecnologias de informação.
De acordo com a companhia, tais diretrizes vão moldar o
planejamento voltado para a administração do crescente volume de informação. “Não
existe mais o ?vou destruir o seu equipamento’. Hoje, o foco é roubar as
informações para ganhar dinheiro”, ressalta Grava, deixando evidente que o alvo
dos ataques não é mais o hardware. “Os criminosos estão mais organizados e esta
organização fez mudar o panorama geral.”
Virtualização
Não há, segundo Grava, o que se discutir sobre a adoção da
virtualização de aplicativos e servidores. “Ela chegou para ficar. Agora a
questão é como integrar o que está virtualizado com a mesmo proteção do
ambiente físico.” Entre os pontos levantados pelo executivo, adotar as mesmas
políticas do ambiente real para o virtual parece ser o pontapé para uma gestão
adequada da segurança.
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