A Google anunciou nesta terça-feira (26/4) que vai permitir que empresas contratem licenças do Google Apps mês a mês, sem precisar se comprometer com contrato anual. Chamada de Flexible Plan (plano flexível), a nova opção estará globalmente disponível nas próximas semanas e vai permitir que as companhias paguem 5 dólares por usuário, por mês, o que […]
A Google anunciou nesta terça-feira (26/4) que vai permitir que empresas contratem licenças do Google Apps mês a mês, sem precisar se comprometer com contrato anual.
Chamada de Flexible Plan (plano flexível), a nova opção estará globalmente disponível nas próximas semanas e vai permitir que as companhias paguem 5 dólares por usuário, por mês, o que pode ser interessante para empresas com alta rotatividade de funcionários.
A Google manterá a oferta do pacote anual, cobrando 50 dólares por mês para comprometimento por pelo menos um ano.
Em um post no seu blog oficial, a Google diz que o novo plano será atrativo para pequenas empresas, já que o corpo de funcinonários e o fluxo de caixa nesse porte de empresa podem variar drasticamente em um curto período de tempo.
Outra alteração na Apps é o modelo de cobrança: os usuários passarão a pagar no final do mês em que o pacote é utilizado e não mais no começo. A empresa não especificou quando essa mudança se efetivará para os revendedores, mas disse que ela acontece nos próximos meses.
A versão gratuita também sofre uma mudança. O número máximo de usuários que uma organização pode acrescentar na versão standard do Google Apps diminui de 50 para dez. Isso afeta empresas que assinem o serviço a partir de 10 de maio. Assinaturas existentes não sofrerão mudanças. Essa alteração não vale para o Google Apps para educação.
O novo modelo de cobrança pode ser uma resposta ao lançamento do Office 365, da Microsoft, que têm diversas opções de cobrança, começando pela versão apenas com e-mail que custa 2 dólares por usuário por mês.