Quando se trata de governança não é raro encontrarmos executivos que associam tal palavra a questões burocráticas, as quais significam lentidão no desenvolvimento de processos e obtenção de ínfimos resultados práticos. Lidar com essa conexão semântica pode ser um desafio para CIOs, na medida em que traz a seus colaboradores a noção de que a […]
Quando se trata de governança não é raro encontrarmos executivos que associam tal palavra a questões burocráticas, as quais significam lentidão no desenvolvimento de processos e obtenção de ínfimos resultados práticos.
Lidar com essa conexão semântica pode ser um desafio para CIOs, na medida em que traz a seus colaboradores a noção de que a área de governança está seguindo um movimento moroso de evolução. E, na realidade, a percepção das equipes – e até dos próprios líderes – deveria ser exatamente oposta a essa.
Governança é simplesmente o conjunto de melhores práticas utilizadas para garantir que os gestores corretos estão tomando as decisões certas sobre as diversas questões. Não é nada mais assustador ou complicado do que isso.
E uma certa repulsa das equipes quanto ao conceito é até compreensível, visto que ele tem sido utilizado em todas as ocasiões nas quais a redução de custos e o aumento da produtividade são mandatórios para o sucesso do negócio.
Nesse contexto, os executivos de TI têm a missão de “catequizar” suas equipes no sentido de esclarecê-las sobre os verdadeiros significados da palavra “governança”. Passar a idéia de que a expressão representa apenas um sinônimo para a forma de ajudar a estruturar processos e responsabilidades em torno da tomada de decisão pode ser um bom caminho.
Depois dessa primeira explicação, os CIOs devem também usar exemplos práticos e mostrar a seus colaboradores quando processos de governança estão sendo desenvolvidos.