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Grandes CEOs do Brasil discutem importância da inovação

O painel de encerramento do primeiro dia do IT Forum X reuniu alguns dos principais CEOs de empresas do País para discutir o tema “Inovar: o imperativo do século”. O debate contou com a mediação de Sérgio Alexandre Simões, sócio da PwC, e a com a presença de Rodrigo Galvão, presidente da Oracle, Paulo Kakinoff, […]

Publicado: 19/05/2026 às 04:11
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Construção civil — Foto: Reprodução

O painel de encerramento do primeiro dia do IT Forum X reuniu alguns dos principais CEOs de empresas do País para discutir o tema “Inovar: o imperativo do século”. O debate contou com a mediação de Sérgio Alexandre Simões, sócio da PwC, e a com a presença de Rodrigo Galvão, presidente da Oracle, Paulo Kakinoff, presidente da GOL, Cristiane Gomes, CEO da CCR Aeroportos, Jânyo Diniz, presidente do Grupo Ser Educacional, e Nader Fares, CEO das Lojas Marabraz.

Em uma apresentação inicial, Simões fez um preâmbulo para discutir o que é inovação hoje, em um ambiente em que cada vez mais existe a integração entre corporações e startups. Ao mesmo tempo, apenas 10% dos CEOs de grandes empresas brasileiras se consideram líderes de inovação, e só 13% dos CEOs de startups dizem que estão lucrando.

Os palestrantes então discutiram o conceito de inovação de forma geral e em suas respectivas áreas. Diniz, por exemplo, falou sobre o crescimento do ensino a distância. “Hoje, 30% do ensino superior é a distância, com previsão de 50% em dois anos”, afirmou. “O modelo de inovação não deve ser pensado do ponto de vista apenas da tecnologia. É uma ferramenta que deve ser aplicada de forma gradual e atendendo a necessidade do usuário.”

Ser humano sempre no centro

Para Fares, inovar é transformar. Segundo ele, sua empresa pensa em inovação como um tripé: impactar processo, produtos ou pessoas. “Inovar é trabalhar esse espectro e transformar algo nesse espectro. Para nós, a tecnologia tem sido o que mais permite inovar na empresa nos últimos anos”, disse, citando startups e serviços digitais, por exemplo. Já Galvão, abordou a tecnologia como ferramenta para resolver problemas e o papel do ser humano nisso. “No fim da discussão, apesar de a tecnologia ser esse grande motor propulsor da sociedade, o ser humano está no centro. Uma transformação digital passa por uma transformação cultural”, disse.

Cristiane e Kakinoff deram exemplos práticos de como grandes empresas, que têm processos mais demorados e até nocivos no ambiente de experimentação, são capazes de ganhar agilidade na busca de soluções. Entre elas, a criação de startups ou ferramentas independentes em busca de inovação. “A grande dificuldade para uma empresa grande com uma cultura bastante enraizada é a coragem de criar esse ambiente [de inovação]”, afirmou Cristiane.

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