Liderado pela GSM Association, entidade planeja gastar mais de US$ 1 bilhão promovendo um serviço de banda larga móvel como alternativa a Wi
Com a onda de smartphones e notebooks habilitados para conexão a internet por Wi-Fi e dispositivos com WiMax esperando apenas regulamentação de padrões, algumas companhias de TI e mobilidade se uniram para criar uma categoria de “dispositivos sempre conectados com banda larga móvel”.
Liderado pela GSM Association, o grupo de 16 membros planeja investir mais de US$ 1 bilhão para promover a marca de serviço batizada de Mobile Broadband, para garantir que a tecnologia wireless seja incluída em uma variedade de notebooks. A entidade diz que a iniciativa entregará uma “alternativa forte ao Wi-Fi”.
O movimento Mobile Broadband tem apoio da Microsoft e de grandes provedores de PCs, como Asus, Dell, Lenovo e Toshiba. Outros membros do grupo são o 3Group, Ericsson, Gemalto, Orange, Qualcomm, T-Mobile, Telecom Italia, TeliaSonera e a Vodafone.
Evidentemente estão ausentes do movimento a Apple, que já disponibiliza Wi-Fi no iPhone, e a Intel, que aposta na WiMax.
“A Mobile Broadband é como uma conexão doméstica ou corporativa com uma diferença crucial: liberdade”, declarou o diretor de marketing da GSM Association em um comunicado. “O compromisso manifesta-se em uma marca de serviço que esperamos ver em centenas de milhares de notebooks já na temporada de vendas de Natal”.
Segundo a GSM Association, a Mobile Broadband incorpora HSPA (High Speed Packet Access), HSPA Evolved (protocolos da 3G) e LTE (Long Term Evolution). Segundo a entidade, uma pesquisa mostra que 57% da demanda por tecnologia wireless virá de países da região Ásia-Pacífico. A América do Norte representa 15% e a Europa 11% do total.