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Hacker pagou funcionários da AT&T para desbloquear aparelhos da companhia

Acusado de comprar ilegalmente serviços de funcionários da AT&T, Muhammad Fahd, 34, foi extraditado, de Hong Kong para os Estados Unidos, depois que o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) afirmar que o paquistanês pagou mais de US$ 420 mil durante cinco anos para desbloquear milhões de telefones que pertenciam a rede da empresa. De […]

Publicado: 22/05/2026 às 14:50
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Hacker pagou funcionários da AT&T para desbloquear aparelhos da companhia
Construção civil — Foto: Reprodução

Acusado de comprar ilegalmente serviços de funcionários da AT&T, Muhammad Fahd, 34, foi extraditado, de Hong Kong para os Estados Unidos, depois que o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) afirmar que o paquistanês pagou mais de US$ 420 mil durante cinco anos para desbloquear milhões de telefones que pertenciam a rede da empresa.

De acordo com a Forbes, o Departamento de Justiça disse que Fahd inicialmente fornecia números de International Mobile Equipment Identity (IMEI) para funcionários da AT&T e os funcionários ficavam encarregados de desbloquear esses aparelhos. Além disso, também recebia pagamentos de clientes que queriam desbloquear e desvincular seus telefones da rede da AT&T.

Com o tempo, Fahd foi perdendo seus contatos na empresa, e após quase todos serem demitidos Fahd trabalhou com seu único contato que restou. Os dois instalaram malwares que permitiriam desbloquear os telefones remotamente, sem necessidade de contato com funcionários internos daAT&T.

Roteadores comprometidos e pontos de acesso Wi-Fi também foram instalados de forma ilegal na empresa, tudo isso, feito por funcionários pagos por Fahd. De acordo com o DOJ, Fahd pode pegar até 20 anos de prisão se considerado culpado, por uma série de acusações, incluindo várias acusações de fraude e conspiração para violar a Lei de Fraude e Abuso de Computadores.

Três ex-funcionários da AT&T que trabalharam com Fahd confessaram e declararam fazer parte do esquema. Fahd fazia contato com os funcionários da empresa pelo Messenger do Facebook ou por telefone. Os pagamentos eram feitos com empresas de fachada.

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