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Harvard recebeu em 2018 quase o orçamento da USP apenas em doações

O orçamento aprovado para a Universidade de São Paulo (USP) para o ano de 2019 doi de R$ 5,7 bilhões, dos quais R$ 5,5 bilhões referem-se aos repasses do governo estadual. Nos Estados Unidos, onde existe uma cultura em que ex-alunos são estimulados por incentivos fiscais a doarem a sua universidades (chamado de endowment), as verbas […]

Publicado: 24/05/2026 às 14:55
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Harvard recebeu em 2018 quase o orçamento da USP apenas em doações
Construção civil — Foto: Reprodução

O orçamento aprovado para a Universidade de São Paulo (USP) para o ano de 2019 doi de R$ 5,7 bilhões, dos quais R$ 5,5 bilhões referem-se aos repasses do governo estadual. Nos Estados Unidos, onde existe uma cultura em que ex-alunos são estimulados por incentivos fiscais a doarem a sua universidades (chamado de endowment), as verbas dedicadas a universidades de graduação e pós-graduação  superaram, em 2018, o recorde de US$ 46,7 bilhões (R$ 182 bilhões). As informações são do jornal Estadão, que citam dados do Conselho para Avanço e Suporte à Educação.

A título de comparação, Harvard arrecadou, em 2018, com doações de ex-alunos quase o orçamento da USP para este ano. A universidade norte-americana, onde se formou notáveis como Barack Obama, Bill Gates e Al Gore, recebeu a quantia de cerca de R$ 5,5 bilhões. A universidade em questão, foi destino de 28% das doações a universidades dos EUA em 2018.

Depois de Harvard, as universidades de Stanford, Columbia, a Universidade da Califórnia em Los Angeles e em São Francisco e a Johns Hopkins, em Maryland, foram as maiores recebedoras de doação. No total, os “alumni”, como são chamados os ex-alunos, doaram US$ 12,1 bilhões em 2018. No anterior, o valor foi de US$ 11 bilhões.

Nos Estados Unidos, a cultura de doação é incentivada desde antes da graduação. No Brasil, em janeiro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro sancionou norma que regulamenta fundos patrimoniais usados para arrecadar e gerir doações de pessoas físicas e jurídicas para programas e projetos em diferentes áreas, entre as quais, cultura e educação. A lei surgiu a partir de uma medida provisória editada em 2018, ainda no governo de Michel Temer.

Entretanto, Bolsonaro sancionou a lei com sete vetos, incluindo vetos a incentivos fiscais aos doadores. Dessa forma, segundo especialistas, a lei não ajuda a fomentar doações e pode burocratizar os processos.

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