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Hospital Costantini investe R$ 500 mil em TI

Unidade começou com um sistema próprio e migrou gradativamente para o Tasy

Publicado: 08/05/2026 às 04:47
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Hospital Costantini investe R$ 500 mil em TI
Construção civil — Foto: Reprodução

Com uma particularidade bastante específica e que pede por urgência nos processos administrativos, o Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba, buscou por diversas soluções de sistemas de gestão e chegou até o Tasy. Com investimento de cerca de R$ 500 mil, a instituição permanece com projetos contínuos de TI para dar mais flexibilidade e segurança as informações.

A primeira experiência do hospital foi com o desenvolvimento de um próprio sistema que demandava um grande volume de tempo e gastos financeiros. A partir de então, a gerente-geral da instituição, Márcia Rangel, conta que foi tomada a decisão de implantar um programa que estivesse bem avançado para trazer uma ferramenta adequada para a área de faturamento do hospital.

“Em 2003, nós adquirimos uma solução que foi bastante importante por ser o primeiro grande sistema que adotamos. Com ele, nossa instituição passou a vislumbrar tudo que poderíamos trabalhar em termos de gerenciamento e estratégia de negócios”, comenta.

Com a ideia de desenvolver um projeto de TI, o Hospital Costantini passou a realizar pesquisas de mercado que pudessem direcionar a instituição para um sistema ideal para suas necessidades. “Foi por meio de visitas a unidades hospitalares que chegamos até o Tasy. Já tínhamos alguma referência sobre o produto e sabíamos que era um sistema jovem, mas que tinha conseguido alguns avanços espetaculares da área de integração”, relata Márcia.

De acordo com ela, a implantação do Tasy mudou a cultura do hospital de forma geral, pois o sistema anterior era centrado apenas no faturamento, enquanto a nova solução trabalha no processo como um todo. “Isso acabou mexendo com a filosofia da instituição e não só na nossa gestão hospitalar”, avalia.

Márcia ressalta também a implantação do prontuário eletrônico, há 2 meses. “O CFM ainda não autoriza que todos os dados sejam eletrônicos, então podemos dizer que é um prontuário informatizado porque no final ainda temos que imprimir”.

Ainda para este ano, o hospital prevê a implantação de toda a parte de controle de infecção hospitalar e protocolos clínicos que vão casar com a sistematização de enfermagem, que já está pronta. Os próximos passos serão trabalhar com a administração do futuro por meio da biometria e parte de implantação de custos.

 

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