A I.B Logística, empresa nacional do setor agrícola, tem investido na transformação digital de suas operações para garantir ganhos de eficiência e mais segurança aos motoristas. No último ano, a companhia registrou queda de 300% nos episódios de fadiga, 80% nas ocorrências de tombamento e 15% no consumo de combustível após adotar soluções da Platform […]
A I.B Logística, empresa nacional do setor agrícola, tem investido na transformação digital de suas operações para garantir ganhos de eficiência e mais segurança aos motoristas.
No último ano, a companhia registrou queda de 300% nos episódios de fadiga, 80% nas ocorrências de tombamento e 15% no consumo de combustível após adotar soluções da Platform Science em um projeto conjunto. A frota de aproximadamente 645 veículos foi digitalizada com tecnologias que incluem monitoramento em tempo real, alertas de fadiga e distração, além de relatórios de risco.
Segundo Gabriel Freitas, gerente de monitoramento da I.B Logística, a parceria começou a ser estruturada em 2019, quando a empresa buscava alternativas para ampliar a segurança. A solução escolhida foi o tablet duo. “É um aparelho que interage com os condutores, alertando sobre tudo que ocorre dentro da cabine. Conseguimos reduzir consideravelmente os episódios de fadiga e os tombamentos”, disse. Ele ressaltou também o uso de cinco câmeras de vigilância em cada caminhão.
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De acordo com Rony Neri, diretor executivo da Platform Science na América Latina, a colaboração visa diminuir custos e melhorar a qualidade de vida dos motoristas. “As reduções expressivas nos indicadores de segurança mostram que, quando usada de forma estratégica, a inteligência artificial preenche exatamente as lacunas que as empresas mais necessitam”, afirmou.
Fundada nos Estados Unidos, a Platform Science possui mais de 1,5 milhão de veículos cadastrados e mapeia, anualmente, cerca de 25 bilhões de eventos de trânsito, como fadiga e direção perigosa.
“Além do registro fotográfico, trabalhamos com dados que analisam a rota dos motoristas. Podemos dizer que nossa tecnologia já tem bastante autonomia para liberar os condutores de regiões de risco ou trajetos mais longos, tornando o trabalho mais eficiente”, concluiu Neri.
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