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IA e automação pressionam C-Levels por inovação mais rápida e maior ROI

Os alto-executivos do mundo todo estão reformulando estratégias de inteligência artificial e automação por conta da pressão dos conselhos por inovação mais rápida e resultados mais claros. Quase metade (44%) dos CFOs, CIOs, CEOs e CISOs identificam na IA e na automação as capacidades necessárias para apoiar iniciativas de TI de curto e longo prazo. […]

Publicado: 05/03/2026 às 02:48
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Construção civil — Foto: Reprodução

Os alto-executivos do mundo todo estão reformulando estratégias de inteligência artificial e automação por conta da pressão dos conselhos por inovação mais rápida e resultados mais claros. Quase metade (44%) dos CFOs, CIOs, CEOs e CISOs identificam na IA e na automação as capacidades necessárias para apoiar iniciativas de TI de curto e longo prazo.

É o que revela um estudo da Rimini Street divulgado essa semana, a Imperativos do C-suite: Acelerando a Inovação em um Cenário em Transformação. O estudo foi conduzido em parceria com a Censuswide e ouviu quase 4.300 executivos “c-level” em todo o mundo, analisando pressões que influenciam decisões tecnológicas e prioridades de investimento.

Automação e IA aparecem como prioridade número 1 para os próximos cinco anos para 46% dos CIOs e 43% dos CEOs. Cibersegurança, compliance e otimização de custos ainda dominam as iniciativas de curto prazo, mas há preocupação em criar uma base confiável para operações mais inteligentes: mais de um terço (35%) dos entrevistados afirma que pretende transformar as organizações em empresas orientadas por dados no período.

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Talentos e ROI

O estudo detecta, no entanto, algumas dificuldades para os líderes no c-level. Eles estão analisando de forma mais rigorosa os resultados dos investimentos (ROI). Os líderes esperam aproximadamente 27% de retorno nos primeiros dois anos, aumentando para 37% dentro de cinco anos e quase metade (48%) do ROI esperado após seis anos.

Segundo os autores, essas conclusões refletem uma pressão para priorizar projetos de TI que gerem impacto duradouro, mantendo previsibilidade de custos.

Para 97%, embora ERPs atuais atendam às necessidades do negócio em grande parte, 23% do tempo da força de trabalho é gasto na manutenção. Segundo 69%, haverá mudanças significativas no futuro para investimentos em ERP. Embora as visões sobre o futuro do sistema de gestão variem, quase 70% dos líderes não veem o ERP tradicional no horizonte; e 33% acreditam que o “Agentic ERP”, autônomo e orientado por IA na tomada de decisão, é o futuro.

Há impeditivos para essa aceleração, no entanto. Pouco mais de um a cada três líderes (36%) afirmam que lacunas de competências limitam a capacidade de crescer, e 23% que atrasos em projetos se tornaram preocupação constante devido à falta de talentos.

Quase unanimemente, 98% dos executivos entrevistados relatam que a escassez de talentos em TI impacta a capacidade de concretizar projetos tecnológicos, e 68% afirmam que o impacto é significativo. Embora 97% digam que os ERPs atuais atendam amplamente às necessidades de negócio, o suporte limitado dos fornecedores força equipes internas a dedicar mais tempo à manutenção, atrasando iniciativas estratégicas. Como resultado, 99% dos entrevistados estão terceirizando serviços essenciais de TI, especialmente em cibersegurança, infraestrutura e suporte, para complementar sua capacidade interna e reduzir riscos operacionais. A otimização é outro caminho pelo qual as organizações podem extrair maior valor de seus investimentos em software corporativo e remover obstáculos que atrasam projetos e desaceleram a inovação.

Quase unanimemente, 98% dos executivos entrevistados relatam que a escassez de talentos em TI impacta a capacidade de concretizar projetos tecnológicos, e 68% afirmam que o impacto é significativo. Embora 97% digam que os ERPs atuais atendam às necessidades de negócio, o suporte deficitário dos fornecedores força equipes internas a dedicar mais tempo à manutenção, atrasando iniciativas estratégicas.

Como resultado, 99% dos entrevistados estão terceirizando serviços essenciais de TI, especialmente em cibersegurança, infraestrutura e suporte, para complementar a capacidade interna e reduzir riscos operacionais.

A pesquisa completa está disponível nesse link.

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