João Abud Jr. é o novo presidente da empresa líder no mercado de automação bancária no Brasil. A companhia, que faturou R$ 757 milhões no ano passado, espera crescer 5% este ano.
Ricardo Cesar No ano passado, a Diebold Procomp cresceu 18,6% e teve um faturamento de R$ 757 milhões. Para este ano, a expectativa é de um crescimento mais modesto em torno de 5% -, sobretudo por conta da transição de governo. Como quase 40% das receitas da Diebold Procomp vêm de empresas públicas, incluindo Banco do Brasil, Caixa, Correios e bancos estaduais, a troca de comando nessas instituições deve desacelerar os negócios este ano. “Estamos entrando em uma fase de consolidação”, avisa Abud. “O principal desafio será fazer a empresa crescer em uma economia com altos e baixos.” Em 2002, os grande contratos de auto-atendimento e um crescimento expressivo da área de serviços, principalmente em outsourcing de vendas, impulsionaram os resultados da companhia. A Procomp fechou um contrato de 7 mil máquinas de auto-atendimento com a Caixa Econômica Federal e de 6 mil máquinas com o Bradesco. Cerca de 70% das receitas da companhia vêm de automação bancária, área em que a Procomp possui participação de 60% no mercado. Os 30% restantes são resultado de grandes projetos de abrangência nacional, como o fornecimento de urnas eletrônicas e a automação do cartão eletrônico do SUS.
A Diebold Procomp, empresa líder no mercado de automação bancária no Brasil, tem um novo presidente: João Abud Jr., que substituiu a Paulo Aratangy. O executivo elogia o trabalho de seu antecessor, que conduziu o processo de incorporação da Procomp pela Diebold, e diz que manterá a estratégia de mercado.