O CEO da Nokia Mobile Phones no Brasil, Edward Fernandez, estima que 40% dos usuários locais irão trocar seus aparelhos celulares por terminais mais modernos. Otimista, o executivo acredita que o mercado brasileiro terá um crescimento de aproximadamente 9 milhões para 11 milhões de terminais, este ano.
O CEO (Chief Executive Officer) da Nokia Mobile Phones no Brasil, Edward Fernandez, acredita que o ano de 2002 terá um índice maior de migração de terminais. A expectativa e que 40% dos usuários brasileiros troquem seus antigos aparelhos por terminais mais modernos.
“No ano passado, esse índice ficou em 30%, mas com a entrada em operação da TIM e da Oi, da Telemar, acreditamos que essa migração evolua para 40%”, destaca Fernandez.
Otimista com a perspectiva de um terceiro concorrente nas principais regiões do País, Fernandez estima que a base instalada de celulares no Brasil deverá saltar de cerca de 9 milhões para 11 milhões.
” Não vejo razão para não ser otimista. A operação GSM/GPRS irá incrementar os negócios e ainda há demanda a ser atendida em todas as classes sociais”, enfatiza.
Fernandez também crê que as operadoras celulares estarão cada vez mais próximas das médias e grandes corporações com a disponibilizarão de terminais GPRS de alta qualidade.
” Os terminais mais modernos serão o caminho das operadoras para conquistarem o mercado corporativo, já que eles reúnem funcionalidades de um computador pessoal”, observa o CEO da Nokia Mobiles Phones no Brasil.
Questionado sobre o efeito de um possível atraso no início das operações da TIM do Brasil, em função do não cumprimento de metas por parte da Brasil Telecom a Anatel ainda não anunciou sua posição oficial sobre a questão sobre os investimentos da Nokia no Brasil, Fernandez preferiu dizer que aguarda uma solução de ” consenso” para todo o mercado brasileiro.
Ana Paula Lobo viajou a Cannes, na Franca, a convite da Nokia do Brasil.