Empresa está lançando o PAC, produto direcionado às corporações. Com ele, planeja atingir 7,5 milhões de entregas no primeiro ano de operação. ECT também estuda parceria com gigantes internacionais para atuar no mercado externo.
Com um orçamento da ordem de R$ 692 milhões, a Empresa Brasileira de Correio e Telégrafo(ECT) pretende investir não apenas no projeto e-post, que demandará R$ 150 milhões somente na sua primeira fase, mas também planeja tornar-se uma operadora logística através da ampliação dos serviços, batizados de e-Sedex.
Everton Luiz Cabral Machado, gerente do programa de encomendas dos Correios, informa que, este ano, planeja entregar 3,5 milhões de encomendas contra as 1,2 milhão, entregues em 2001.
Com 750 contratos fechados sendo que 15 lojas virtuais representam 95% do volume total de encomendas do B2C os correios pretendem quase triplicar o volume, este ano, sem aumentar a base de clientes, informa Machado.
Além disso, a área de logística também deverá incrementar a receita com o novo serviço de entrega voltado às empresas físicas e virtuais atendendo assim o mercado do B2B(Business to Business).
Nossa expectativa é atingir com o PAC nome do serviço de encomendas econômicas para empresas cerca de 7,5 milhões de encomendas no primeiro ano de operação, planeja Machado.
O executivo estima que metade desse volume será originado a partir das encomendas do B2B. Nosso alvo é a indústria de calçados, cosméticos, vestuário, além das de hardware e software, conta. A meta é fechar 50 contratos.
Outra estratégia é melhorar o serviço de encomendas internacionais. Para isso, técnicos dos Correios avaliam as propostas recebidas pela Fedex e DHL.