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Comsat integra infra-estrutura técnica em Hortolândia

Com investimento de US$ 15 milhões, o novo complexo da Comsat envolve os dois teleportos que estavam localizados em Campinas (SP) e Alphaville. A estimativa é que a empresa cresça 20% em relação ao exercício atual, quando estima faturar US$ 100 milhões.

Publicado: 09/03/2026 às 06:34
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Comsat integra infra-estrutura técnica em Hortolândia
Construção civil — Foto: Reprodução

Empenhada em oferecer uma solução de redes corporativas completa, a Comsat Lockheed Martin injeta US$ 15 milhões para integrar todo o complexo tecnológico nacional numa única sede, localizada no condomínio Tech Town, em Hortolândia, município próximo a Campinas (SP).

"Nossos escritórios comerciais continuam espalhados pelo País. Mas toda inteligência técnica será concentrada em Tech Town”, anuncia Nilson Xavier Soares, presidente da Comsat Lockheed Martin.

Os dois teleportos, situados em Campinas e Alphaville, que têm acesso aos oito satélites brasileiros, serão migrados para Hortolândia, que ainda comportará um centro de operações de rede e o data center. A inauguração do novo complexo será realizada nesta terça-feira, 4 de dezembro.

Segundo Soares, os trinta clientes que estão hospedados no data center do condomínio Tech Town serão migrados a partir de quarta-feira, 5, para o novo edifício da Comsat. “Acredito que nos próximos quinze dias, todos os clientes já devem entrar em operação no novo IDC”, planeja.

A empresa que faturou, este ano, US$ 100 milhões no Brasil estima um incremento de 20% em 2002. A rede da Comsat interliga os seguintes municípios: Porto alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, São Paulo, Curitiba, Brasília, Salvador e Recife. A base de clientes contabiliza 300 empresas.

O executivo informa ainda que a Lockheed Martin Global Telecommunication estima uma receita mundial de US$ 1 bilhão para este ano.

“Apesar dos percalços deste ano com a crise da Argentina, o atentado dos Estados Unidos e a recessão econômica, o que criou um ambiente bastante difícil de ser administrado, continuamos investindo porque confiamos no crescimento do País. No primeiro trimestre do ano que vem, o mercado deve reagir”, destaca Soares.

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