A partir desse mês, a empresa de serviços que atua na área de regulamentação jurídica, inicia a implementação do pacote de gestão empresarial PeopleSoft 8.0. Investimentos foram de US$ 170 mil. A intenção é adotar uma plataforma única na América Latina.
A Thomson IOB empresa de serviços que atua na área de regulamentação jurídica investiu US$ 170 mil na aquisição e implantação do pacote de gestão empresarial PeopleSoft 8.0, nos módulos faturamento, contas a receber, a pagar, ativo fixo, contabilidade, estoque e compras.
Somente o módulo de Recursos Humanos não será utilizado porque a matriz da companhia já utiliza o PeopleSoft, integrado ao SAP. Embora o escritório central use o ERP(Enterprise Resouce Planning) da fornecedora alemã, temos liberdade para decidir o que melhor se adequa localmente, diz Mauro Coimbra, diretor de TI da Thomson IOB para América Latina.
Coimbra explica que três fatores justificaram a escolha da PeopleSoft, que disputou a concorrência com a J.D. Edwards. A decisão pela PeopleSoft 8.0 aconteceu em outubro/novembro de 2001. Prevaleceu o critério do uso, já que a Argentina é usuária do software e nosso objetivo é adotar uma plataforma única nos países da região latino-americana.
Para o diretor de TI, o fato de a equipe de suporte e integração, realizada pela HGCOM (parceira comercial da PeopleSoft), atender localmente, também contou positivamente para a escolha final.
A versão 8 permitirá uma total integração com a nossa Intranet. O objetivo é criar VPNs (Virutal Private Networks), antecipa o executivo.Coimbra revela ainda que a empresa já decidiu também adotar a plataforma .Net, da Microsoft, para uniformizar suas atividades.
Segundo o diretor de TI, a empresa optou em iniciar o processo de evolução tecnológica a partir do CRM(Customer Relationship Management), porque representava menor risco para a companhia, já que o módulo não mexe, num primeiro momento, no "coração" da empresa.
A implantação do CRM aconteceu em agosto de 2001. Ela será finalizada em julho deste ano. A intenção da companhia é adotar o módulo também na Argentina, mas ainda não há uma definição de prazo, em função da crise econômica do País.