O efeito dominó causado pelo Google ao anunciar o Gmail com 1 GB de armazenamento na caixa de entrada continua. A MSN vai aumentar a capacidade do seu serviço gratuito em mais de 10 vezes a partir de julho.
O efeito dominó causado pelo Google ao anunciar seus planos para um serviço de e-mail gratuito com 1 GB de armazenamento na caixa de entrada continua, agora com a Microsoft aumentando a capacidade do seu serviço Hotmail de 2 MB para 250 MB.
O aumento na capacidade do Hotmail começa a valer a partir de julho nos Estados Unidos e outros países, de acordo com Lisa Gurry, diretora da divisão MSN da Microsoft. “Não queremos que armazenamento seja um problema para o usuário do Hotmail”, afirmou.
A diretora não dá detalhes sobre a agenda de lançamento mundial da ampliação em outros países, mas a Microsoft planeja oferecer o serviço para os 170 milhões de assinantes do Hotmail. Questionada se a ação é uma resposta ao e-mail de 1 GB do Google, ainda em fase de testes, Gurry declinou a discutir o Gmail especificamente – para ela, o Hotmail responde a uma necessidade dos seus usuários.
Na semana passada, o Yahoo! também informou que vai ampliar a capacidade do seu e-mail gratuito de 4 MB para 100 MB.
Outros recursos novos
Não foi só o armazenamento que mudou. O Hotmail agora pode enviar arquivos em anexo com até 10 MB (contra 1 MB atual). A Microsoft também verifica e limpa todas as mensagens contra vírus. Anteriormente, de acordo com Lisa Gurry, o Hotmail apenas fazia a verificação, mas não limpava as mensagens.
Segundo Gurry, todos os usuários do Hotmail começam a utilizar os novos recursos a partir de julho. O serviço antivírus é fruto de uma parceria com a Network Associates e a filtragem contra spam é feita pela Brightmail.
A Microsoft também atualiza os serviços pagos do MSN. O MSN Hotmail Plus (antigo MSN Hotmail Espaço Extra) custa 60 reais ao ano para usuários brasileiros, que agora contam com 2 GB para armazenar mensagens, possibilidade de enviar anexos de até 20 MB e armazenamento offline.
(Juan Carlos Perez, IDG News Services, com tradução da PC World)