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CIS-Brasil abre escritórios nos EUA e prevê crescimento de 67%

A integradora de BI e de BPM inaugura escritórios em Houston e outro em Miami. O objetivo é oferecer serviços para multinacionais que já conhecem a empresa do Brasil.

Publicado: 25/03/2026 às 15:10
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CIS-Brasil abre escritórios nos EUA e prevê crescimento de 67%
Construção civil — Foto: Reprodução

A CIS-Brasil, integradora de soluções de business intelligence (BI) e business performance management (BPM) nas áreas de planejamento e controle orçamentário acaba de abrir dois escritórios nos Estados Unidos, nas cidades de Houston e Miami. A iniciativa tem o apoio da Hyperion, uma de suas fornecedoras da qual a empresa é parceira.

Segundo diretora executiva da CIS-Brasil, Elaine Costa, as unidades estarão focadas em oferecer mais serviços do que softwares, principalmente para grandes corporações. “Atualmente, 95% dos nossos clientes no Brasil são empresas de grande porte, como Petrobras, Vivo,Telefônica, Globosat, Suzano Holding e Johnson & Johnson”, enumera Elaine.

A executiva explica que a idéia surgiu porque muitos clientes que faziam projetos no País decidiam expandí-los para suas unidades no exterior, principalmente nos EUA, como a Johnson & Johnson e a Del Valle. “Por isso, estamos nos estruturando afim de baratear o custo para o cliente norte-americano. Um gerente de projeto alocado lá faz a interface entre o cliente e a equipe de desenvolvimento, que ficará no Brasil”, detalha.

Para Elain, o início do processo de internacionalização, este ano, significa uma redução de custos e prazos para o cliente final. “A criação de bases de apoio comercial e a capacidade de desenvolvimento local devem gerar uma proximidade natural com o cliente – além disso, há vantagens de custo, já que a implementação de projetos de BI e BPM lá fora é estimada em 400 mil dólares. Aqui, avaliamos em 150 mil dólares o mesmo projeto”, compara a executiva.

Para atender às filiais norte-americanas, a CIS-Brasil prevê a contratação de novos profissionais tanto no Brasil quanto nas unidades dos EUA. “Hoje temos uma equipe de 20 pessoas no total. A idéia é chegar a 70 até o final do ano”, anuncia Elaine.  Segundo ela, haverá mais líderes nas filiais estrangeiras e, no máximo, 20 consultores (contando as duas unidades) para desenvolver produtos em caso de pedidos menores, que não compensem ser encaminhados para o Brasil. 

Futuro
Em 2007, a CIS-Brasil pretende ampliar sua atuação no mercado norte-americano e atuar também com produtos da IBM da área de information management (IM). Isso inclui a ferramenta de extração e transformação de dados IBM WebSphere DataStage, o banco de dados IBM DB2 e a linha de produtos de gestão de dados Informix, além da Alpha Blocks, um BI da IBM que, segundo a executiva, não compete com os da Hyperion.

A filial brasileira do Grupo CIS, que cresceu 50% ao ano desde 2001 e faturou 4,5 milhões de dólares em 2005, prevê uma receita de 7,5 milhões de dólares para este ano, crescimento de 67% , segundo Elaine. “Até junho, já atingimos 60% da meta”, adianta. Com soluções no exterior é esperado um faturamento de 1 milhão de dólares já em 2006.

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