A empresa pretende alcançar um faturamento de US$ 4 milhões, em 12 meses, com a oferta de soluções wireless, acessórios (para notebooks e MP3) e cabos, comercializados pelo varejo.
Fabricante norte-americana de soluções para conectividade e acessórios, a Belkin desembarca oficialmente em território brasileiro. Para comandar as operações locais, a fornecedora contratou Allan Robson – que atuava como gerente de varejo da D-Link no Brasil, até o final de maio de 2007 – como gerente-geral no País.
Robson divulga que, no primeiro ano de operações, a subsidiária brasileira tende a movimentar um faturamento de US$ 4 milhões. “E acredito que o País deve ser o terceiro ou quarto mercado para a Belkin no mundo, em dois a três anos”, projeta o executivo, lembrando que, nos Estados Unidos, a fabricante foi a sexta marca mais vendida em número de unidades, em 2005, ficando atrás de HP, Duracell, Energyzer, Epson e Memorex.
Uma das primeiras ações de Robson à frente da subsidiária brasileira foi firmar acordo com dois distribuidores locais: Teeleap e B4B. “Antes, a Belkin já tinha alianças com Abano e Mobimax no mercado nacional”, lembra o gerente-geral, acrescentando: “E estamos procurando um quinto distribuidor, que atue com equipamentos Apple”.
De acordo com Robson, a estratégia da companhia prevê, exclusivamente, vendas pelo varejo e voltadas ao segmento de usuários domésticos e mercado SOHO (pequenos escritórios e escritórios domésticos). “Queremos presença nas grandes redes varejistas, que são hoje os formadores de opinião e vão nos ajudar a disseminar a marca no mercado brasileiro”, explica o gerente-geral. Ainda de acordo com ele, no País, a empresa planeja atuar com quatro linhas de produtos: acessórios para iPod, acessórios para notebook, cabos e roteadores wireless.
“Como parte desse reforço das operações, pretendemos também instalar o primeiro escritório da Belkin, em breve”, adianta Robson, que aponta a cidade de São Paulo como local escolhido para a sede no País.