No estudo "Um segundo olhar para o Second Life", instituto aponta que menos de 1% dos usuários registrados acessam o portal regularmente.
Para o Yankee Group, a valorização exagerada (hype) para o Second
Life não é equiparada com o seu impacto real no mercado. Mesmo com a quase contínua
cobertura pela imprensa, define o instituto, o Second Life está experimentando
um crescimento lento e impacto limitado pela “própria natureza enclausurada da experiência
de mundo virtual”, diz o instituto em comunicado oficial para a imprensa.
No estudo “Um segundo olhar para o Second Life”, o instituto
aponta o declínio na média de uso do mundo virtual com a diminuição do total da
população residente registrada e da população residente única. O uso médio por
residente único caiu 66% no ano passado para 3,8 horas por mês. Segundo o Yankee,
a redução pode ser explicada pelo fato de que menos de 1% de toda a população
residente participa do site de maneira regular. “[O resultado] ressalta a
dificuldade de usar mundos virtuais para alcançar uma audiência mais extensa”,
diz o instituto.
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O levantamento aponta o fato do Second Life ser centrado apenas
em PCs como forma de interação, em um universo cada vez mais móvel, é um dos
motivos que ajudam a explicar a relevância menor do que esperada do mundo virtual.