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Em território inimigo

Em vez de adquirir, fazer parcerias. Em vez de entregar produto, oferecer plataforma. Essa tem sido a diretriz, há cinco anos, da MicroStrategy, com presença direta no Brasil desde 1999. Para reforçar essa estratégia, a empresa anunciou, durante o MicroStrategy World 2006 - evento para grupos de usuários que acontece essa semana em Miami (EUA) -, a versão […]

Publicado: 24/03/2026 às 04:41
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Em território inimigo
Construção civil — Foto: Reprodução

Em vez de adquirir, fazer parcerias. Em vez de entregar produto, oferecer plataforma. Essa tem sido a diretriz, há cinco anos, da MicroStrategy, com presença direta no Brasil desde 1999. Para reforçar essa estratégia, a empresa anunciou, durante o MicroStrategy World 2006 - evento para grupos de usuários que acontece essa semana em Miami (EUA) -, a versão 8.0.2 de sua plataforma de BI, disponível a partir de fevereiro e cujas principais novidades são novos aplicativos de reporting e interoperabilidade com sistemas operacionais como Linux e em ambientes SAP, Hyperion e Microsoft.

As novidades da nova versão da plataforma 8 garantem potencial de atração de muitos clientes e aumentar a receita com os que já fazem parte do portifólio. No Brasil, onde a MicroStrategy tem forte presença no segmento de governo – um grande adepto do Linux -, o cenário é, consequentemente, promissor. Já em relação aos clientes com a “religião SAP”, como brinca Flávio Bolieiro, country manager da MicroStrategy no Brasil, talvez seja necessário um tempo de maturação. “Muitos desses clientes, ao serem questionados se têm BI, dizem que já o adquiriram com o pacote. Mas ter é diferente de usar. A maioria ou não usa ou percebe que as funcionalidades daquela oferta de BI não atendem a todas as suas necessidades”, alfineta.

CPM no portifólio

Na ocasião também estavam presentes os parceiros da MicroStrategy, incluindo a Geac, que entrou para o “time” no fim do ano passado. A Geac é especialista em CPM (corporate performance management) – uma das áreas que, até então, os concorrentes mais apontavam como “lacuna” na empresa.

“Uma plataforma precisa ser aberta o suficiente para funcionar com ferramentas já consagradas”, explica Bolieiro. “Comprar outras empresas significa gastar muito tempo e dinheiro tentando fazer duas tecnologias diferentes conversarem”, acrescenta.

A aposta constante da empresa é no BI corporativo, que não visa a ser uma solução departamental, e sim capaz de atender a ambientes com diferentes necessidades, mais abrangente e ao mesmo tempo flexível. Assim, estariam na mira também clientes que lidam com ambientes de alta complexidade, com diferentes softwares de BI.  

Hoje, a MicroStrategy tem 100 clientes no Brasil, sendo a maioria de grande porte.

 

* Rachel Rubin viajou a Miami a convite da MicroStrategy 

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