A concorrência das maquininhas tem se tornado cada vez mais intensa. Nos últimos anos, diversas empresas entraram na competição, oferecendo diversas vantagens para atrair os varejistas com base em novas tecnologias. Para acirrar ainda mais a competição, a Cloudwalk, fintech fundada em 2013, apresentou a InfinitePay, maquininha que promete menores taxas e transparência para os […]
A concorrência das maquininhas tem se tornado cada vez mais intensa. Nos últimos anos, diversas empresas entraram na competição, oferecendo diversas vantagens para atrair os varejistas com base em novas tecnologias. Para acirrar ainda mais a competição, a Cloudwalk, fintech fundada em 2013, apresentou a InfinitePay, maquininha que promete menores taxas e transparência para os usuários.
Com bases no Vale do Silício e no Brasil, a companhia disponibiliza um simulador que mostra em tempo real quando e o valor que o varejista receberá em comparação com os principais concorrentes. Segundo a Cloudwalk, as taxas praticadas são até 80% menores. “Queremos mudar a cara do mercado de maquininhas, deixá-lo mais parecido com o que vemos lá fora”, declara Luís Silva, CEO da Cloudwalk. “Se você olhar os resultados das empresas, elas não estão ganhando dinheiro com a operação, mas sim com antecipação de recebíveis”, complementa.
Segundo a fintech, os benefícios são possíveis graças a um modelo econômico diferenciado de antecipação. “A InfinitePay faz essa antecipação cobrando um valor muito próximo à taxa básica de juros, que hoje está em 5,5%”, explica Silva. “É como funciona em países da Europa e nos Estados Unidos, onde as empresas de pagamento ganham dinheiro com as transações, que é o serviço que de fato estão oferecendo”, acrescenta.
Para garantir a rentabilidade, a InfinitePay afirma ter como base uma tecnologia própria de blockchain e inteligência artificial. Essa prática permite que a estrutura da companhia para processamento, análise de crédito e antifraude seja mais enxuta. “Nosso custo de processamento por transação chega a ser 35 vezes menor do que de concorrentes de capital aberto”, afirma o CEO da Cloudwalk.